THE FASHION T'S

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Sobre o amor e voltar sozinho

Esta semana vi um trailer rodando na minha timeline. Muito curiosa que sou, resolvi dar uma olhada e me deparei com uma história muito cativante do filme mais esperado do ano: “Hoje eu quero voltar sozinho”. HojeEuQueroVoltarSozinho

O longa é baseado no curta “Eu não quero voltar sozinho”, que conta a história de três adolescentes carismáticos – Leonardo, Giovana e Gabriel – na fase de dúvidas e descobertas em relação ao amor.

O vídeo foi lançado no YouTube há três anos, acumula quase 3 milhões de visualizações e conquistou fãs no mundo todo.

Pra quem ainda não assistiu, vou contar um pouco da história. Leonardo (Ghilherme Lobo) é um garoto cego que tem como única amiga Giovana (Tess Amorim). A amizade dos dois é muito forte: eles trocam segredos, vivem grudados e, todos os dias, depois da aula, Giovana acompanha Léo até a porta de sua casa. A relação entre eles fica balançada quando um novo aluno, Gabriel (Fabio Audi), se junta ao grupo. Com a chegada dele, Léo precisa aprender a lidar com o ciúme de Giovana e entender os sentimentos despertados pelo novo amigo.

Os 17 minutos de vídeo possuem uma sensibilidade incrível, conseguindo abordar a homossexualidade de maneira leve e tocante. Ele nos faz refletir muitas questões ligadas ao preconceito que ainda temos em relação aos deficientes e aos gays, mostrando que nada disso torna o outro inferior. Apesar disso, o curta (e o longa) não tem seu cerne na homossexualidade ou na aceitação, é um filme extremamente belo sobre o amor.

Léo, como qualquer garoto, tem sentimentos e sonha em se apaixonar e dar seu primeiro beijo. Mas, ao contrário do que todos esperam (uma linda menina que se apaixone por ele e blábláblá), a paixão é despertada dentro dele por seu novo amigo. São os pequenos gestos que nos levam a perceber e também se apaixonar por esse romance.

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O carisma também aparece no trailer lançado há poucos dias, que mostra como o filme pretende desenrolar essa história. O novo título “Hoje eu quero voltar sozinho” me fez questionar quais surpresas o filme trará, como se desenvolverá a história de Léo e Gabriel, se Giovana também vai encontrar um grande amor e quem são os novos personagens, ou seja, já estou ansiosíssima para a estreia.

Com direção de Daniel Ribeiro, o filme tem seu lançamento marcado para o dia 28 de março no Brasil, mas os três protagonistas estiveram em Berlim, na segunda-feira (10), para a estreia do longa no 64ª edição da Berlinale (Berlin International Film Festival). Apenas morri de orgulho!

Se você também ficou curioso, assista ao trailer e se apaixone pela história de amor mais fofa do ano!


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Anos 80 é só amor

Hey, hey, hey, The Fashion T’s está de volta à ativa! E, junto com o blog, a MaBs também. E vamos começar bem, vamos começar sensacionalmente falando de The Goldbergs.

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The Goldbergs é uma comédia americana exibida pela ABC, criada e escrita por Adam F. Goldberg. Reparou no sobrenome? É isso mesmo, a série é baseada nas lembranças da infância de Adam. Quando Goldberg tinha 11 anos, ele ganhou uma câmera de vídeo e decidiu registrar os melhores, mais divertidos, engraçados, bonitos e emocionantes, ou mesmo os mais normais momentos de sua família. Agora ele usa esse material e sua memória para escrever a série.

A época é a década de 1980 e a família é formada por Beverly (Wendi McLendon-Covey), a mãe controladora, ciumenta, coruja ao extremo e um pouquinho louca de tudo, mas que tem o maior amor do mundo pela sua família e faz de tudo para ver todos felizes e seguros; Murray (Jeff Garlin), o pai que resolve tudo no grito, não demonstra muito sentimento, mas é uma manteiga derretida quando o assunto é sua família; Adam (Sean Giambrone), o caçula, xodozinho da mãe, e a definição de geek dos anos 80, que tem um jeito todo desesperado e engraçado de ser; Erica (Hayley Orrantia), a irmã mais velha, super “cool”, inteligente, daquele jeito que os irmãos mais novos querem ser e que a maioria das séries e filmes sempre retratam (se você tentar conversar com ela, com certeza ela não vai poder por vai estar no telefone, mas apesar desse jeito ela jamais nega ajuda ou amor à família); Barry (Troy Gentile) é o irmão do meio que, aliás, tem a tal síndrome “irmão do meio” e faz de tudo para chamar a atenção, além de ser meio bobão. Pode ter certeza que a maioria das suas risadas vão ser em cenas dele. E, para finalizar, temos Paps (George Segal), pai de Beverly e tão sensacional avô de Adam. Ele é o companheiro e, digamos, parceiro de Adam nessa jornada.

Um trailerzinho para ficar aquela vontade:

Para ser bem sincera, quando eu li a sinopse pela primeira vez eu pensei “Hummm, tá, uma tentativa de recriar That 70’s Show, só que nos anos 80, vai ser um saco”, mas sabe qual é a verdade? Eu estava totalmente errada. A série é sensacional, os episódios são tão gostosos de assistir que às vezes é de duvidar que tudo isso venha mesmo da infância do escritor. Além de que That 70’s Show era muito sobre a vida com os amigos, e The Goldbergs é mais sobre família, amor entre pais, filhos e irmãos. A graça não vem de piadinhas inteligentes, mas sim de situações reais, vividas em uma época que tanta gente admira e sente saudades. Aliás, para quem viveu os anos 80, ou mesmo os 90, no qual muita coisa dos 80 ainda estava lá fazendo da infância um momento feliz, vai amar muitas, muitas referências (acho que meu episódio favorito até agora é o sobre a locadora. Gente, locadora. Ai, sdds que gente velha sente).

Tudo bem que a série segue a linha de qualquer roteiro desse tipo, com uma família, um conflito, uma tentativa de solução e tudo fica bem no fim, todos se amam mais ainda do que no começo… mas poxa, todo esse caminho dos Goldbergs é tão gostoso e divertido de assistir que a gente nem liga se é sempre essa estrutura.

Acho que, além da historia, os atores merecem créditos também. Wendi McLendon-Covey é sensaaacional. Eu tenho uma vontade de abraçar essa mulher, de tanto que ela arrasa, e todos os outros também. O irmão de Adam é engraçadíssimo, Paps é só amor e o pai gritando… ai, gente, que comédia.

Fotos, fotos, fotos:

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The Goldbergs já está com 22 episódios confirmados para a primeira temporada e começará a ser exibida no Brasil em 26 de março pelo canal Comedy Central. Nos Estados Unidos a comédia conseguiu uma audiência maior que New Girl, The Neighboors, entre outras, e assim a gente fica na torcida para uma renovação e para ter mais, mais amor em uma segunda temporada. Fica aqui a dica da MaBs: ASSISTAM A ESSA SÉRIE, VOCÊS VÃO AMAR! Na verdade eu acho que todo mundo deveria ser obrigado a ver The Goldbergs, de tão bom que é.

Beijos e Queijos, MaBu.


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A verdade sobre um bom show

Quem me conhece, sabe que sou apaixonada pela cantora P!nk. O CD Missundaztood foi o primeiro que comprei na vida, há mais de dez anos, e a partir daí nunca mais parei de acompanhar o trabalho dela (e de torcer para que ela pise logo em terrinhas brasileiras!). Então, quando soube do lançamento de seu novo DVD The Truth About Love Tour, no final de 2013, corri para garantir o meu.

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Alecia Beth Moore, a P!nk, já ganhou notoriedade internacional devido aos seus shows cheios de malabares, coreografias e, principalmente, elementos circenses. E, claro, graças a sua potente voz. Com o sucesso da turnê Funhouse, em 2009, todos se perguntavam: “o que essa doida pode aprontar ainda?” Depois de cantar de ponta cabeça, voar pelo palco e se pendurar em tecidos acrobáticos, era mesmo difícil saber como ela superaria o sucesso dessa turnê. Mas ela conseguiu.

A cantora americana passou por 140 países da América do Norte, Europa e Austrália em um ano e foi uma das artistas que mais vendeu ingressos em 2013. A Truth About Love Tour é a sexta turnê da P!nk e rendeu o DVD que citei anteriormente,  gravado em Melbourn, Austrália. Com ele, podemos ver que a cantora continua com suas típicas performances circenses, mas também adicionou atrações novas, como a gaiola em que ela e seus dançarinos ficam pendurados e girando enquanto ela canta a música Sober. E o mais incrível de tudo isso: ela teve uma filha há pouquíssimo tempo.

P!nk "The Truth About Love" Tour Opener - Phoenix

O DVD conta com 21 faixas e, além das músicas do último CD de P!nk, como Blow Me (One Last Kiss), Try Just Give Me a Reason, também podemos assisti-la apresentando grandes sucessos, como Just Like a Pill, Who Knew Raise Your Glass. São quase duas horas de show, sem contar com os extras, que mostram a vida da artista quando está turnê, sua rotina, os ensaios e até como ela cuida da sua filhinha de dois anos, Willow (que é a coisinha mais fofa desse universo!).

Também não posso esquecer de elogiar a equipe da P!nk. A banda, as cantoras de apoio e os dançarinos são incríveis! Sem eles, não seria o mesmo show, de forma alguma. Ou seja, vale a pena adquirir esse DVD para a sua coleção. Duas horas de puro entretenimento e talento.

Confiram o trailer do DVD:


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Beyoncé lança seu quinto álbum

foto: Glamour

fonte: Glamour

Na madrugada de hoje, dia 13, Beyoncé divulgou seu quinto álbum, contrariando todas as expectativas – já que o lançamento estava previsto pra 2014. São 14 canções e 17 vídeos do álbum chamado “Beyoncé”.

Em um dos vídeos, “Blue”, que foi gravado no Brasil, Queen B aparece dançando na praia e jogando futebol com crianças, além de ter a participação da filha Blue Ivy.

Jay-Z, as ex-companheiras de Destiny’s Child e Justin Timberlake também participaram das gravações.

Beyoncé divulgou um vídeo em sua página no Facebook falando sobre música e explica que não quis só produzir um álbum, mas mostrar o modo que ela enxerga tudo ao redor, o que ela chama de “álbum visual”.

O álbum está disponível no iTunes.

Confira a prévia do álbum:

E o treco do clipe de Bey com a filha:


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Vamos voltar de onde veio?

Hey, people, como vocês estão?
Bora diretão para o post?

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Hoje a gente vai falar da sitcom de ficção cientifica “The Neighbors”, que é transmitida pelo canal americano ABC.  A série foi criada por Dan Fogelman e conta a história de uma família que se mudou para um condomínio no subúrbio em busca de uma vida melhor. Ter conseguido comprar uma casa em um lugar tão requisitado e de tão difícil acesso parecia muita sorte… até que conheceram seus vizinhos, pessoas um tanto quanto diferentes. Calma, pessoas? Aí é que tá, todo o condomínio na verdade é povoado por extraterrestres, que têm nomes de esportistas famosos e se vestem só com uniformes de golfe. Antes fosse só isso: eles não sabem como é a vida humana de verdade e estão desesperados para se enturmar com os novos moradores, aprender mais sobre a vida na terra e ensinar mais sobre eles mesmos. Assim se desenrola a graça da série.

Trailer para matar a curiosidade:

Agora, falando a verdade, a série é beeeem chatinha. Uma piada mais sem graça que a outra, todas as situações são forçadas – seja para ser engraçada ou emocionante, forçada e forçada.  E, se algum dia você chegar a assistir o episódio que contou com a presença de Michael Bay, tenho certeza que, assim como eu, você vai querer destruir tudo na sua frente de tanta raiva de um seriado tão ruim ter uma participação tão sensacional como essa.

Mas olha, não vou ser tão má também. Se você não tiver mais nada para fazer e tiver cansado de todas as outras sitcons que existem, eu digo: Debbie Weaver, ou melhor, a atriz Jami Gertz, é sensacional. Realmente é ela quem leva a série nas costas e deixa um pouco menos ruim. O personagem Reggie Jackson (Tim Jo) e seus gritinhos loucos deixam a série um pouco mais engraçada e a atriz Toks Olagundoye vem para deixar tudo bem mais bonito e fazer você morrer de inveja dela, de tão linda e de ter um corpão tão sarado. Mas também não vai ter nenhum segundo sequer que você vai gostar do personagem Dick Butkus. Ai, quanto ódio! Alguém pelo amor de deus leva esse menino de volta para o planeta do qual ele veio!?

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Este post foi meio Fica a Dica. Sempre que começa uma série eu queria um post desses me ajudando a decidir se começo ou não a assistir. Bom, acabou de começar a segunda temporada de “The Neighbors” e, agora que você já leu uma opinião sobre ela, fica à sua escolha seguir ou não.

Beijos e queijos, e até a próxima, amiguinhos.

Obs.: e a pergunta é: como uma série dessas consegue uma segunda temporada e “Go On” não? Este mundo tá todo errado, viu.


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Dica musical: Imagine Dragons

Recentemente, foi divulgado o line-up do Lollapalooza Brasil 2014 e bandas como Muse, Arcade Fire, Soundgarden e Nine Inch Nails tiveram presença confirmada em nosso país. Porém, o grupo que me chamou atenção na enorme lista foi Imagine Dragons. Eu já conhecia uma ou duas músicas dos caras, mas graças à minha eterna preguiça de conhecer novidades, nunca tinha parado para ouvir a discografia com a atenção. Com o anúncio do line-up, decidi arriscar e… amei.

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Imagine Dragons foi formada em 2008, mas só lançou seu primeiro álbum de estúdio, Night Visions, em 2012. A banda de indie rock é composta por Dan Reynolds (vocalista), Wayne “Wing” Sermon (guitarrista), Ben McKee (baixista) e Daniel Platzman (baterista). Uma vez em Las Vegas, eles gravaram diversos EPs até gravarem o álbum de estreia.

O single It’s Time chegou a alcançar a 15ª posição na lista da Billboard Hot 100 e Imagine Dragons foi nomeada como umas das “novas estrelas mais brilhantes de 2012” pela revista. Diversas de suas músicas já fizeram parte de trilhas sonoras de novelas brasileiras, do seriado Glee, de games e de filmes como Elysium e Em Chamas.

Além de serem muito competentes em estúdio, com produção impecável, os caras do Imagine Dragons também são ótimos ao vivo, com muita energia e presença de palco. As canções são uma mistura de pop, rock e eletrônica que com certeza vão fazer você querer cantar junto! Os refrões são daqueles que grudam na cabeça, então prepare-se!

Espero que, assim como eu, você também tenha ficado apaixonada pela banda e pelas músicas delicinhas deles. E aproveite que eles estão de passagem marcada para o Brasil e já guarde dinheiro para assisti-los no Lollapalooza 2014!


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Borboletas Monarca

Oie, galera! Bora falar de mistério e brisa profunda hoje?

Vamos que vamos, que hoje é dia de Stephen King.

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“Under the Dome” é uma série norte-americana de ficção científica, terror e mistério, baseada no livro de mesmo titulo do Sr. Fodão (sou fã mesmo) Stephen King, o qual, junto com Steven Spielberg, é produtor executivo da tal série. O enredo trata da pequena Chester’s Mill, que não passava de mais uma cidadezinha dos Estados Unidos, sem motivos para ser destaque – até que ela é separada do resto do mundo por uma cúpula invisível e indestrutível. Por quê? Para quê? Por quem? Ninguém sabe, ninguém entende. O fato é que os problemas do isolamento estão começando a aparecer, e como os moradores vão lidar com isso e responder a essas perguntas são os combustíveis da história. E borboletas monarcas, muitas borboletas.

Promo para ficar na curiosidade:

Eu adoro terror e mistério, então logicamente adoro Stephen King. Foi por esse motivo que eu comecei a ver a série. Poxa, “O Iluminado” né, quem não veria qualquer coisa baseada nos livros de Stephen King depois disso? OK, OK, vamos para a série: mistérioooooo! Muito mistério, muito “uoooou, o que é isso, jow? E agora?”. Mas, na verdade, o mais legal é ver como uma sociedade agiria em um momento de isolamento, com comida, remédios, água e todo o resto acabando, sem ninguém poder ajudar, com gente querendo se aproveitar da situação… Enfim, para mim, esse cenário fictício está sendo muito bem representado. Por mais feio que seja, eles estão representando. A história realmente é muito legal e te faz pensar muito, além de os efeitos serem muito bem produzidos e valerem a pena. Duvido que você não vá curtir a cena da vaca já no primeiro episódio. Quando eu vi, levantei com meu notebook e fui mostrar para todo mundo.

Sobre os atores e personagens, primeiramente vai um aviso: é tudo meio “The Walking  Dead”, ou seja, não se apegue a um personagem porque já já ele vai morrer. Segundo: eu quase larguei a série no primeiro episódio quando vi quem era a atriz que interpreta a Angie. É a loirinha insuportável de “The Secret Circle”, Britt Robertson. Em “Under the Dome” ela está mais chata ainda e parece que veio para passar o tempo inteiro gritando. Sério, eu fiz um batidão dos primeiros episódios e fui dormir. Depois acordei no meio da noite gritando e assustei todo mundo em casa, de tanto que essa menina me atormentou nos capítulos que vi. Mas OK, esquece tudo isso, esquece também que você odeia Crepúsculo, porque a ruiva linda Rachelle Lefevre vem mostrar que é muito mais que um cabelo perfeito e vem arrasar junto com Mike Vogel, ou melhor, Barbie, (genteeeeeeeem, que homem é esse? Queria ele lá na cúpula da minha cama, ow!), os personagens Big  J, Junior, Linda, e todo os outros que são sensacionais e fazem a série mais bacana ainda.

Fotos e mais fotos:

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Para a radialista aqui a série é demais, mas pode ser um pouco cansativa e ficar meio desinteressante lá para o meio da temporada. Ainda assim vale a pena dar uma chance para ela, principalmente se você adora ficar tentando resolver um mistério, adora ficar naquela curiosidade, adora assistir a algo diferente… porque sim, é um enredo bem diferente do que anda rolando aí na televisão. Além do que… Barbie, aaah o Barbie!

That’s all, folks.
Beijos e queijos!