THE FASHION T'S

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Como sobreviver ao final do Carnaval e a outras ressacas

Que todo Carnaval tem seu fim todo mundo já está cansado de saber. Mas o que as pessoas costumam esquecer é que as consequências da bebedeira e dos quatro dias de pura insanidade não vão embora ao meio-dia da quarta-feira de Cinzas, não.

Foi pensando nas pessoas que estão aproveitando os últimos momentos de fritação e despirocação antes de voltar ao mundo real que eu fui atrás de umas dicas para curar toda ressaca do mundo (não, eu não tô usando fantasias e enchendo a cara).

ressacaA gente sempre ouve dos pais que sempre ouviram dos avós que não sei se ouviram dos bisavós que a melhor solução para curar a ressaca é tomando chá de boldo. Todo mundo torce o nariz, chora, sofre, esperneia para não ter que passar por essa cura infeliz. Para todos aqueles que já tiveram o desprazer de experimentar o boldo, comemorem: há muitas outras alternativas que são tão eficazes quanto o temível boldinho.

Uma gordice

animal-fats-bacon-and-eggsMuitas vezes a gente acorda sem a menor vontade de ingerir qualquer tipo de alimento. Mas há muitos que podem resolver seus problemas.

Pão, massas em geral, bolos… Carboidratos e alimentos com glicose cortam o efeito como ninguém. O café da manhã dos norte-americanos também ajudam: ovos têm um aminoácido que quebra a oxidação do etanol (para quem não gosta de química, isso significa tirar o álcool do corpo) e o bacon é rico em proteína, ajudando ainda mais a retirar o etanol do sangue graças ao aminoácidos (sim. B-A-C-O-N).

Frutas

(2138)Banana pode ser uma forte aliada se você não quiser se aventurar tanto na cozinha. A fruta é rica em potássio, que combate as cãibras, os cansaços, náuseas e ânsias, além de produzir eletrócitos, que hidratam o corpo rapidamente.

Além dela, toda e qualquer fruta é uma ótima pedida: a frutose delas repõe o açúcar que seu corpo perdeu. O sabor pode não ser gostoso, afinal a gente mal consegue distinguir sabores no dia seguinte a muito álcool, mas a eficácia é enorme.

Bebidas não-alcoólicas

chá-para-curar-câncer-1024x757Outros chás, que não os de boldo, são bons para o seu corpo também. Os de hortelã e camomila ajudam a desintoxicar, além de ajudar com problemas digestivos.

Gatorade, assim como a banana, é rico em eletrócitos e fazem a mesma função, caso ingerir alimentos esteja difícil. Sucos das frutas também fazem as funções delas.

Refrigerante não faz só arrotar e dá aquela sensação de alivio das náuseas e ânsias. Ele ajuda a aliviar aquela sensação de barriga revirada que fica.

aguaBebeu água? Não. Tá com sede? Não. Ressaca

Em caso de muito álcool e nenhuma vontade de fazer nenhum dos itens acima, só beba água. E não, eu não estou falando da água que passarinho não bebe, que tubarão não nada, pois eu não sou aquele seu tio cachaceiro que diz: “para curar uma ressaca só tendo outra”. Falo de água mineral. Realmente, você vai ficar legal.

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Um quase sonho

Hoje eu não vou te apresentar o mais novo lançamento no cinema ou no mundo das séries. Não tenho uma dica de moda que possa te ajudar, muito menos algo sobre o último livro que li. Mas também não pense que farei algo inovador, psicodélico e alucinante, não. Vou falar de uma coisinha não tão nova, mas que faz parte da minha vida, de um modo ou de outro.

Para o post de hoje, eu escolhi um filme que retrata exatamente o que eu pretendo fazer pelo resto da vida: jornalismo cultural. Só que ele tem alguns poréns. O primeiro deles é que o filme se passa na década de 70 e, como as aulas de história nos ensinaram, tudo era muito diferente naquela época. Outro porém é que o personagem principal do filme é um menino de 15 anos que sonha alto: ser crítico da Rolling Stone.

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Se você já assistiu ao filme, sabe que estou começando a falar de Quase Famosos (Almost Famous na versão original). Cameron Crowe ganhou o Oscar de roteiro original com seu filme quase biográfico. Ele inseriu algumas de suas próprias experiências como jornalista no filme, entretanto quase todos os personagens da história são diferentes e seguem rumos que não foram seguidos na história da vida de Crowe.

William – nosso personagem principal – cresceu em um lar com uma mãe conservadora e uma irmã revolucionária. É a partir dessa irmã (interpretada pela Zooey Deschanel, o que já vale a pena) que o até então pré-adolescente de 13 anos começa a descobrir coisas da vida que lhe eram desconhecidas. A primeira era que ele estava adiantado dois anos na escola, graças à sua mãe. E a segunda era a música, graças à sua irmã, que foi ser feliz como comissária de bordo e deixou toda uma coleção de vinis com os melhores artistas de todos os tempos (que eram novos naquela época) para o irmão.

Um tempo passa e o agora adolescente de ensino médio William aparece. Uma vez que já havia sido apresentado decentemente ao mundo do rock, o estilo musical fazia parte dele, assim como o jornalismo. Para unir essas duas paixões, William escrevia para diversos jornais e para uma revista – a Creem Magazine, cujo editor-chefe era Lester Bangs (um famoso jornalista de rock). Foi quando os dois se conheceram e Lester deu as devidas dicas para aquele menino sonhador e dedicado que tudo começou a mudar.

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Stillwater (cena do filme)

Lester falou que pagaria William para entrevistar a banda Black Sabbath. William topa, porém, quando chega ao local do show, é barrado e acaba conhecendo as “band-aides”. A líder das meninas que apoiam bandas (diferentemente de groupies), Penny Lane – Kate Hudson versão cachos –, conta para ele como a filosofia das meninas funciona e o que elas fazem. Logo em seguida, William consegue entrar na arena onde aconteceria o show e conhece a banda Stillwater, que abriria o show do Black Sabbath, e os entrevista. Depois do show, o guitarrista do grupo o convida para uma visita à Los Angeles e pede a companhia de Penny Lane.

Depois do encontro em Los Angeles, William e a banda já tinham alguma conexão. Após alguma semanas, o editor-chefe da Rolling Stone (sonho de consumo de qualquer jornalista cultural desde aquela época) entra em contato com o menino e o faz uma proposta. Para viver seu sonho, William chegou a fingir que era mais velho do que os 16 anos que tinha e ouviu todos os elogios de Ben Fong-Torres e também o convite para escrever para a revista (olhinhos brilhando). William sugere cobrir a banda Stillwater que entraria em turnê e Ben aceita a sugestão.

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William jornalistando com seu gravador e microfone (cena do filme)

Daí para frente é tudo um grande sonho: viajar com uma banda em turnê, junto dos integrantes e todos que fazem a banda crescer (incluindo as band-aides), num ônibus e poder acompanhar de perto tudo que envolve o mundo mágico da música. Claro que a mãe dele surtou, mas William nem se importou e foi viver o sonho.

Não vou me alongar sobre tudo que acontece durante essa viagem muito louca sobre as rodas de Doris, o ônibus, e nem falarei sobre as muitas teorias de comparação com a vida do Crowe (seria Pink Floyd a Stillwater? E assim por diante). Só vou dizer que se você gosta muito dos anos 70, de música, de escrever, da Rolling Stone e de realizar sonhos, você não pode deixar de assistir Quase Famosos!


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Barzinho em casa

Sabe quando dá aquela vontade louca de ir a um barzinho, comer uns petiscos e tomar uma cervejinha? Ontem foi um desses dias. Mas como estou economizando, não tenho feito o que chamamos de rolê caro. Por isso, pensando em algumas alternativas mais acessíveis e no pouco dinheiro disponível, eu e meu namorado resolvemos fazer um barzinho nosso, aqui na minha casa.

Como deu muito certo, resolvi fazer este post com dicas para você fazer gordice dentro da própria casa gastando pouco. E que fique bem claro que não é coisa de casal, não! Você pode fazer essa noite agradável com seus amigos também!

Bom, antes de ir ao mercado comprar o que faltava, vi tudo que tinha no armário de casa: no caso, nada. Mentira. Tinha um resto de amendoim verde, da marca Pettiz. O sabor é cebola e salsa e combina muito com uma cervejinha.

Daí, então, arrastei meu namorado para o mercado e lá fizemos as compras do mês (para mim e para a minha roomie, a Duda). Dentro da lista do que devia comprar, estavam inclusos alho, maionese, ovos, orégano, pão de forma e filé de peito de frango, que serão usados para as receitas que virão em breve. Além disso, para complementar as receitas e nossa noite, compramos Doritos sabor queijo nacho, torradinhas da marca Crocantíssimo nos sabores “peito de peru com requeijão” e “tomate, manjericão e azeite”, seis latinhas de Budweiser (acabamos tomando uma latinha cada) e um pote de sorvete surpresa.

O amendoim e as torradinhas já vêm prontos, ou seja, só precisei colocar tudo num recipiente bonitinho. Aí começam as receitas! Vou começar pela mais fácil, que é fazer o pão de forma virar torrada (HA-HA-HA). Não preciso explicar como faz, certo?

Em seguida, dei a receita nível médio para o meu namorado fazer, já que ele queria muito ajudar. Não dei um nome exato para isso ainda, mas costumo chamar de patê de alho. É bem simples: você vai precisar de maionese, alho e orégano. Para cada colher de alho que colocar, adicione duas de maionese. No caso, usamos aqueles alhos que já vêm prontos, picados no pote.

Faça a quantidade que achar necessária para tudo que for molhar no patê (no nosso caso, as torradinhas de pão e as já prontas além da nossa última receita). Misture bem e acrescente uma pitadinha de orégano, para dar um toque mais leve ao alho. E pronto! Fica divino! Conselho de irmã: não faça isso para comer com um peguete ou alguém sem muita intimidade, porque rola bafinho (mas vale a pena).

Agora vem a receita nível hard, porém não impossível: frango a Doritos. Na última semana, apareceram vezes o suficiente para eu clicar e abrir um link que dizia “22 laricas para esquecer a dieta”. Eu, gordinha que sou, não pude deixar de clicar. Dentre as coisas mais deliciosas que eles poderiam escolher, tinha essa que chamaram de frango a Doritos. Amo frango. Amo Doritos. Logo, combinação perfeita. Só esperei ficar menos pobre para colocá-la em prática.

Para fazê-la para duas pessoas comerem bem, você precisará de um peito de frango grande, dois ovos, um pouco de farinha de trigo (não medi, mas não usei muito) e um saco de Doritos de 100g do sabor que quiser. O primeiro passo é triturar o Doritos. Se você tiver um triturador, é mole. Mas na mão é mais divertido. Aperte, aperte, aperte até virar floquinho de Doritos. Depois disso, bata os dois ovos com um pouco de água até virar uma mistura homogênea. Eu coloquei os ingredientes em pratos fundos, porque achei mais prático de manusear do que potes.

Em seguida, é hora de cortar o frango. Você pode fazer do modo que desejar. Eu cortei em mini filés, como são os nuggets de caixinha. Aí você vai fazer o mesmo movimento infinitas vezes seguidas: pegar o frango, cobrir com farinha, mergulhar no ovo e empanar com Doritos. Comecei fazendo com a mão, mas fica nojento rápido. Aconselho o garfo.

Depois de todos prontos, é só colocar numa forma untada com manteiga (namorado untou uma forma pela primeira vez) e levar ao forno pré-aquecido em 270°C por 20 minutos. Eles ficam divinamente deliciosos!

Como a ostentação não estava fora do normal (referência a um funk que meus amigos costumam cantar o tempo inteiro, devido à zueira), não compramos queijos finos e salame, que acompanhariam a noite muito bem. Porém compramos cerveja de qualidade (se você não bebe, refrigerante cai bem. Mas se você nem refrigerante toma, não há permissão para essa gordice) e a melhor sobremesa que poderíamos ter pensado: SORVETE TABLITO DE POTE! Sim, existe!

Às vezes, vale muito a pena sair da dieta. Mas se você é como eu e não segue nenhuma, faça qualquer dia desses sua própria noite de gordice chique em casa! :)


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Você também foi uma criança dos anos 90

Quando a gente vai ficando mais velho, começa a comparar a vida com a idade atual e a vida cinco, dez, quinze, vinte, cinquenta anos atrás. Eu tenho apenas 21 anos de idade, mas às vezes me pego pensando em como era legal ser criança nos anos 90 (e em como era bom ser criança, apenas). Isso se deve ao fato de eu ter muitos primos pequenos e um irmãozinho a caminho. Logo, fico comparando o que eles fazem, têm e com o que se divertem com aquilo que era minha rotina de criança.

Foi pensando pela milésima vez em tudo isso que resolvi fazer uma super lista com tudo aquilo que marcou a minha vida e a dos meus muitos amigos no Facebook, que me ajudaram a fazer este post um dos mais legais e colaborativos que já escrevi na vida. Dividi os itens em algumas categorias. Olhe as imagens e traga memórias de volta à sua cabeça e lágrimas aos olhos!

Brinquedo

Hoje em dia, é tudo tecnológico demais. E os gráficos são mais reais. Porém, é tudo mais individual também. Cadê jogos de tabuleiro, cartas, álbuns de figurinha, melecas nojentas?

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Música

Nós ouvimos as boy e girl bands de verdade. E somos os roots do axé e do rock engraçadão. Além de, claro, nossos apresentadores de TV que se arriscavam na música não serem o Yudi. Sem falar em tudo que a gente dançava loucamente sem saber o que a letra queria dizer.

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Filme

Nós somos a geração que fez animações bombarem. E também os filmes com continuações infinitas. Óbvio, os filmes dos desenhos que assistíamos todos os dias. E aqueles em que crianças são mais malandras que adultos.

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TV

Os desenhos e as séries. Sério, era tanta coisa boa que eu nem tenho palavras para expressar o amor que sentia pelo Cartoon Network, Nickelodeon, TV Globinho, Sábado Animado e toda a TV Cultura. Ah, sem contar aquelas coisas que não nos deixavam dormir de tanto medo.

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Vestuário

Lilica Ripilica, Tigor T. Tigre, Pakalolo, roupas do É O Tchan!, tênis com poucas luzes que piscam (e logo queimavam, convenhamos) e muita coisa brega.

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Alimento

Gordura trans e alimentos gordurosos na cantina da escola. Sem mais.

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ETC.

Gibi, bichinhos da Parmalat, os primórdios da internet (discada) e do celular (tijolão), pasta de dente Tandy, discman, VHS, fita de música e muito, muito mais coisas que nos faziam ser as crianças mais felizes do mundo!

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O que você quer fazer antes de morrer?

Você já parou para pensar em tudo que pretende fazer antes de morrer? E uma lista com cem coisas que gostaria de fazer? Já fez? Numa garagem em Victoria, no Canadá, quatro meninos que estavam cansados do comum e queriam algo diferente para suas vidas se perguntaram quais eram seus principais objetivos de vida. Então, no verão canadense de 2006, os quatro pegaram sua lista de 100 coisas para fazer antes de morrer, um ônibus que reformaram e nomearam Penelope, uma câmera comprada no eBay e um plano para então saírem pelas estradas com o projeto The Buried Life.

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Buried Life feat. Penelope. (foto: página oficial do Facebook)

Mas como tudo isso começou? Dois deles (Ben Nemtin e Duncan Penn) se encontraram num bar e começaram a planejar um filme. Duncan sugeriu chamar seu irmão, Jonnie Penn, já que ele sempre foi ligado em cinema. Jonnie, por sua vez, chamou Dave Lingwood, com quem estava tendo conversas do mesmo nível. De repente, os quatro estavam conversando por Skype e começaram a fazer um brainstorming sobre temas.

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Os melhores lanches que poderiam conseguir para crianças de um bairro pobre brasileiro, em 2011. (foto: página oficial do Facebook)

Foi quando, dois meses depois disso tudo, surgiu a ideia de sair numa road trip pelos Estados Unidos e Canadá por duas semanas com uma lista de cem coisas para fazer antes de morrer e um plano: para cada item riscado da lista, os quatro riscariam um item da lista de algum estranho qualquer, como um retorno para a sociedade pelo que eles conquistaram. O nome surgiu de um poema que Jonnie leu numa aula de inglês na faculdade.

O plano inicial era de fazer um documentário durante o período de férias da faculdade. Mas a ideia dos quatro amigos era tão, mas tão brilhante que logo eles estavam virando um sucesso no Youtube. Eles estavam tão grandes na internet que tinham sido convidados para fazer programas, porém sem a mesma autonomia que eles tinham quando faziam tudo por conta. Logo, recusaram esses convites. Até que a MTV apareceu dando a autonomia que eles queriam (edição, produção, tema, liberdade criativa…) e o canal seria responsável por apenas transmitir o chamado programa de realidade documentada.

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Outro item: sentar no sofá da Oprah. (foto: página oficial do Facebook)

lista de 100 coisas ainda tem muitos itens sem riscar, mas a maioria já foi realizada, por exemplo #59 Chamar a garota dos seus sonhos para sair, #53 Fazer um programa de televisão, #38 Beijar a taça Stanley (taça de hóquei) e #89 Jogar basquete com o presidente (no caso, o Obama). Por conta dessas realizações, outras tantas foram feitas também, seguindo o plano inicial: reformar uma sala de escola pública, fazer possível que uma menina dissesse que ama a mãe e fazer uma mulher ser carregada por uma plateia de show.

Mesmo com o, por ora, fim do programa, eles não pararam de ajudar as pessoas, através de palestras, visitas e até mesmo riscando listas de estranhos. Eles também não pararam de riscar itens da própria lista: o mais recente deles é #19 escrever um livro. O jornal The New York Times considerou o livro o top 01 mais vendido dos Estados Unidos. O conteúdo das páginas conta com histórias sobre como tudo começou, experiências durante os anos de projeto até 2012, quando o livro foi lançado, e motivar pessoas a mudarem suas vidas, convencendo-as de que, acreditando e correndo atrás, há muito o que se pode fazer.

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#122: mandar o livro para o espaço (foto: página oficial do Facebook)

É tudo muito bonito. Se você quiser assistir às duas temporadas da série, baixe nas ilegalidades ou, caso seja membro do Netflix, boatos de que você pode ver lá. O livro, bom, aí acho que fica mais difícil. Mas você pode acompanhar os quatro meninos pelo Tumblr, Facebook, Youtube e Twitter, que eles sempre atualizam tudo! Uma outra dica para a vida é fazer sua própria lista. Fiz a minha em 2010 e já risquei algumas coisinhas, como fazer um anjo na neve, passar numa universidade pública e ir a um show internacional. É revigorante cumprir essas coisas :)


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No mundo de Tim Burton

Ontem foi um dia para nenhum amante do cinema deixar passar batido: Tim Burton assoprou velinhas. O cineasta completou 55 anos de muita irreverência e talento e o The Fashion T’s não podia deixar de homenageá-lo.

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Uma infância regada a viagens mentais. É mais ou menos assim que o próprio Tim descreve os tempos em que ficava perdido em seus próprios pensamentos e imaginando mil e uma coisas dentro de uma cabecinha de criança. Além da própria mente, ele contava com Edgar Alan Poe e seus livros, assim como vários filmes de terror de baixo orçamento.

Sua carreira no mundo mágico do “luz, câmera, ação” começou na Disney. Sim. Na Disney. Depois de se formar no ensino médio, Tim Burton ganhou uma bolsa de estudos fornecida pela Disney para estudar Animação no Instituto das Artes da Califórnia e, depois de três anos estudando, foi contratado pelo Walt Disney Studios como aprendiz de animador. Fez parte de um desenho, porém era contrário à direção de arte do mesmo. Tim ganhou liberdade criativa para produzir alguns curtas, mas, por conta de um deles ser considerado sombrio demais – Frankenweenie –, foi demitido.

Daí para frente, só sucesso. O primeiro deles foi Beetlejuice, que abriu os olhos do mundo pra esse Tim do humor e do horror. Com um Oscar, o próximo passo foi ganhar de presente a produção e direção dos três Batman, com Edward Mãos de Tesoura no meio. O último foi um projeto pessoal de Tim, no qual ele produziu, dirigiu e fez o argumento. Mais muitos prêmios no Oscar direta e indiretamente a Tim surgiram e outros memoráveis filmes também, como A Noiva Cadáver, Estranho Mundo de Jack, a releitura de Alice no País das Maravilhas e até dois clipes de The Killers.

Eu poderia falar muito mais de Tim Burton, inclusive sobre como ele escolheu uma das atrizes mais sensacionais para casar-se (a linda e maravilhosa Helena Bonham Carter) ou sobre como a união dele com Johnny Depp – e a própria esposa, muitas vezes – dá certo. Mas preferi convidar uma amiga super fã dele para contar um pouco sobre sua paixão e os motivos dela.

Minha entrevistada e convidada especial é Paula Amorim, estudante de cinema na FAAP em São Paulo. A Paula começou dizendo que eu toquei num ponto fraco dela: pedir para falar de alguém que a gente admira é sempre muito difícil. Mas aqui vai o depoimento sobre Tim Burton mais sincero e bonito que eu poderia encontrar:

“Eu não sei ao certo quando comecei a gostar do Tim. Foi algo muito natural. Desde pequena sempre tive fascínio por seus filmes. Eu sentia medo, mas me sentia atraída por aquele mundo fantástico e exótico que ele criava. Eu sentia vontade de fazer parte daqueles lugares, eu me sentia em casa! Se alguém me perguntasse o que quero ser quando crescer, eu certamente responderia: ‘Quero ser igual ao Tim!’. Só posso descrevê-lo com uma única palavra: genial! Ao longo do tempo, eu fui entendendo aos poucos quem é esse cara. O Tim enxerga o mundo com olhos de criança! Ele sempre foi uma criança solitária e ele conseguiu transformar toda essa solidão em sonhos. E espelhar esses sonhos de forma criativa e encantadora por meio de imagens… Isso é o que mais admiro nele!  Com o Tim, você não precisa falar nada, basta sentir pra entender. Ele toca o coração das pessoas, sabe?”

Depois disso, não há muito o que falar, não é? Mas eu gostaria de deixar você com uma pequena lista de três filmes do Tim, sendo duas indicações da Paula e uma minha, para você assistir e entender sobre o que estamos falando.

images (4)Vou começar com a minha indicação, que é Sweeney Todd, um dos musicais mais sensacionais que já assisti. Não é só música e nem romance: é macabro, engraçado e incrivelmente genial. Fã de musicais ou simplesmente alguém que gosta de umas doideiras: esse filme é para você.

A Paula indicou um curta que ele produziu na época da Disney, que chama Vincent, em homenagem ao ator Vincent Price. Ela diz que “é bem legal e ali está a base da animação que ele faz até hoje: uma história super criativa, meio macabrinha”. Foi Tim quem desenhou todos os bonecos do filme.

Outra indicação dela – que acaba sendo minha também – é Edward Mãos de Tesoura. Ela diz que gosta muito desse personagem – eu também! – e que “ele é o próprio Tim”. Ela complementou com uma análise muito boa: “as mãos de tesoura mostram que não há uma comunicação compatível entre Edward e a sociedade. Ele é totalmente fora daquele mundo! E acho que isso mostra um pouco esse lado do Tim. Ele tenta se comunicar com as pessoas, mas tem essa barreira: as mãos de tesoura. E isso o machuca também, é algo que o angustia.”


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Não é só da vovó

Agosto ainda é inverno, certo? Não faz tanto frio quanto em julho, mas também não é janeiro e nem fevereiro, meses em que a gente fica suando só de pensar. É um mês meio que meia estação, já que o inverno se encaminha para as suas últimas semanas e a primavera se aproxima.

Onde eu quero chegar com essa análise climática sobre os meses do ano? Em aquecimento global calças de veludo. A calça de veludo tem um estigma meio chato, às vezes. Há quem ache que ela é ultrapassada. Essas são as mesmas pessoas que acham que ela é um símbolo do guarda-roupa de nossas avós.

Por que tudo isso está errado? Primeiro porque, se elas estivessem ultrapassadas, as calças de veludo não seriam peças de coleções de outono/inverno dos últimos anos. E segundo que essa é uma das peças mais versáteis e que pode ser usada por todas as idades, não só pelos mais velhos.

Não posso discordar que, realmente, nossas avós usam-na com uma frequência maior que a habitual, mas para isso tem uma explicação: as calças de veludo são extremamente confortáveis, não apertando nenhuma parte do corpo, além de serem incrivelmente quentinhas. Aí eu me pergunto: quem não quer uma roupa com todas essas características?

Antigamente, os modelos de calça de veludo eram muito quadradões: não se viam modelos diferentes, cores mais chamativas e nem combinações ousadas. Atualmente, isso mudou muito. Fuçando na internet, descobri que as calças estão nas mais diversas formas: além da tradiocional, encontrei modelos skinny, stretch, e até baggy (confesso o choque quando vi)!

As cores também mudaram bastante. Antes, só se via calças neutras: pretas (que é a cor mais clássica para esse tipo de tecido), bege (que é a que eu tenho) e marrom. Porém, como todas as peças clássicas do mundo da moda, as calças de veludo entraram na dança das cores e sim, é possível encontrá-las até mesmo em cores chamativas, como o rosa e o laranja.

As opções de cor e estilo são inúmeras. Logo, temos infinitos looks. Por ser uma peça bem chave, você pode usar o veludo com sapatos de salto, sapatilhas, botas e até mesmo rasteirinhas (dependendo de quão frio está). Com relação ao complemento de roupas na parte superior, abuse e ouse a seu critério. Camisas, estampas, casacos, acessórios… Tudo isso pode formar uma roupa bem legal com o veludo.

Selecionei alguns visuais bem legais que encontrei na internet, que servem tanto para ir ao trabalho quanto para dar uma volta no shopping, por exemplo. Escolhi também duas combinações que eu mesma fiz com a minha calça para vocês verem que, sim, os jovens também podem!

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