THE FASHION T'S

Fashion. Make. Beauty. More.


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Killing me softly, killing me softly…

Oi, gente! Hoje vamos falar sobre uma comédia com um garoto fofo, com um compositor destruidor de corações e uma vegetariana zen e toda linda. Vamos falar sobre About a Boy.

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About a Boy? Espera, esse nome te lembrou de algo? Talvez um filme? Talvez aquele com Hugh Grant, chamado O Grande Garoto? Pois é, exatamente! A série (sitcom), assim como o filme, é uma adaptação da comédia romântica de mesmo titulo do escritor Nick Hornby. E, para ser bem sincera, acontece que o primeiro episódio é praticamente um remake do filme e o resto da série, uma continuação.

Um resuminho para quem não conhece nada dessa trama: Marcus (Benjamin Stockham) é um garoto fofo, meio desajeitado, meio deslocado, de apenas 11 anos que, junto com sua mãe Fiona (a liiiiiiiiinda e super carismática Minnie Driver), se muda da Inglaterra para os Estados Unidos. Nas terras do tio Sam, Marcus conhece e desenvolve uma grande amizade com seu novo vizinho, o compositor, charmoso, solteirão (bem filhadamãe) e imaturo Will (David Walton). Essa grande amizade, inesperada e até de certa forma indesejada (no começo) por Will, gera grandes momentos cômicos e emocionantes. E é enfrentando as situações da vida que um amigo ajuda o outro a amadurecer.

Um pedacinho do primeiro episódio (SPOLIER ALERT), para ficarem na vontade:

 

Como toda boa sitcom, essa é mais um pouco do mesmo. Os personagens passam cada episódio com um problema e, no final, por terem resolvido o conflito, se tornam pessoas melhores e tudo fica lindo e maravilhoso. MAS O PONTO É: rola uma química sensacional entre Marcus e Will. Este último é tão charmoso, tão aquele cara que a gente sabe o quanto é filhodamãe mas mesmo assim a gente não consegue não amar. Ele, mesmo sem perceber, se apega a Marcus e precisa muito dele. Marcus é tão perdidinho na vida, tão fofo. E Fiona… aaah, a Fiona, toda linda, toda louca, toda única. Enfim, é mais do mesmo. Porém, um mesmo gostoso de assistir, emocionante e até certo ponto apaixonante. Para quem adora uma sitcom, não tem como deixar de ver essa.

 

Fotinhos:

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About a Boy já esta com uma temporada completa e, devido ao sucesso, já foi renovada para a segunda. Se você gosta de uma boa comédia romântica, não pode perder. Ou se você adorou o filme, com certeza vai amar a série. A gente indica.

Beijos e queijos, até a próxima.

Obs.: a música da intro é viciante.


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Anos 80 é só amor

Hey, hey, hey, The Fashion T’s está de volta à ativa! E, junto com o blog, a MaBs também. E vamos começar bem, vamos começar sensacionalmente falando de The Goldbergs.

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The Goldbergs é uma comédia americana exibida pela ABC, criada e escrita por Adam F. Goldberg. Reparou no sobrenome? É isso mesmo, a série é baseada nas lembranças da infância de Adam. Quando Goldberg tinha 11 anos, ele ganhou uma câmera de vídeo e decidiu registrar os melhores, mais divertidos, engraçados, bonitos e emocionantes, ou mesmo os mais normais momentos de sua família. Agora ele usa esse material e sua memória para escrever a série.

A época é a década de 1980 e a família é formada por Beverly (Wendi McLendon-Covey), a mãe controladora, ciumenta, coruja ao extremo e um pouquinho louca de tudo, mas que tem o maior amor do mundo pela sua família e faz de tudo para ver todos felizes e seguros; Murray (Jeff Garlin), o pai que resolve tudo no grito, não demonstra muito sentimento, mas é uma manteiga derretida quando o assunto é sua família; Adam (Sean Giambrone), o caçula, xodozinho da mãe, e a definição de geek dos anos 80, que tem um jeito todo desesperado e engraçado de ser; Erica (Hayley Orrantia), a irmã mais velha, super “cool”, inteligente, daquele jeito que os irmãos mais novos querem ser e que a maioria das séries e filmes sempre retratam (se você tentar conversar com ela, com certeza ela não vai poder por vai estar no telefone, mas apesar desse jeito ela jamais nega ajuda ou amor à família); Barry (Troy Gentile) é o irmão do meio que, aliás, tem a tal síndrome “irmão do meio” e faz de tudo para chamar a atenção, além de ser meio bobão. Pode ter certeza que a maioria das suas risadas vão ser em cenas dele. E, para finalizar, temos Paps (George Segal), pai de Beverly e tão sensacional avô de Adam. Ele é o companheiro e, digamos, parceiro de Adam nessa jornada.

Um trailerzinho para ficar aquela vontade:

Para ser bem sincera, quando eu li a sinopse pela primeira vez eu pensei “Hummm, tá, uma tentativa de recriar That 70’s Show, só que nos anos 80, vai ser um saco”, mas sabe qual é a verdade? Eu estava totalmente errada. A série é sensacional, os episódios são tão gostosos de assistir que às vezes é de duvidar que tudo isso venha mesmo da infância do escritor. Além de que That 70’s Show era muito sobre a vida com os amigos, e The Goldbergs é mais sobre família, amor entre pais, filhos e irmãos. A graça não vem de piadinhas inteligentes, mas sim de situações reais, vividas em uma época que tanta gente admira e sente saudades. Aliás, para quem viveu os anos 80, ou mesmo os 90, no qual muita coisa dos 80 ainda estava lá fazendo da infância um momento feliz, vai amar muitas, muitas referências (acho que meu episódio favorito até agora é o sobre a locadora. Gente, locadora. Ai, sdds que gente velha sente).

Tudo bem que a série segue a linha de qualquer roteiro desse tipo, com uma família, um conflito, uma tentativa de solução e tudo fica bem no fim, todos se amam mais ainda do que no começo… mas poxa, todo esse caminho dos Goldbergs é tão gostoso e divertido de assistir que a gente nem liga se é sempre essa estrutura.

Acho que, além da historia, os atores merecem créditos também. Wendi McLendon-Covey é sensaaacional. Eu tenho uma vontade de abraçar essa mulher, de tanto que ela arrasa, e todos os outros também. O irmão de Adam é engraçadíssimo, Paps é só amor e o pai gritando… ai, gente, que comédia.

Fotos, fotos, fotos:

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The Goldbergs já está com 22 episódios confirmados para a primeira temporada e começará a ser exibida no Brasil em 26 de março pelo canal Comedy Central. Nos Estados Unidos a comédia conseguiu uma audiência maior que New Girl, The Neighboors, entre outras, e assim a gente fica na torcida para uma renovação e para ter mais, mais amor em uma segunda temporada. Fica aqui a dica da MaBs: ASSISTAM A ESSA SÉRIE, VOCÊS VÃO AMAR! Na verdade eu acho que todo mundo deveria ser obrigado a ver The Goldbergs, de tão bom que é.

Beijos e Queijos, MaBu.


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Vamos voltar de onde veio?

Hey, people, como vocês estão?
Bora diretão para o post?

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Hoje a gente vai falar da sitcom de ficção cientifica “The Neighbors”, que é transmitida pelo canal americano ABC.  A série foi criada por Dan Fogelman e conta a história de uma família que se mudou para um condomínio no subúrbio em busca de uma vida melhor. Ter conseguido comprar uma casa em um lugar tão requisitado e de tão difícil acesso parecia muita sorte… até que conheceram seus vizinhos, pessoas um tanto quanto diferentes. Calma, pessoas? Aí é que tá, todo o condomínio na verdade é povoado por extraterrestres, que têm nomes de esportistas famosos e se vestem só com uniformes de golfe. Antes fosse só isso: eles não sabem como é a vida humana de verdade e estão desesperados para se enturmar com os novos moradores, aprender mais sobre a vida na terra e ensinar mais sobre eles mesmos. Assim se desenrola a graça da série.

Trailer para matar a curiosidade:

Agora, falando a verdade, a série é beeeem chatinha. Uma piada mais sem graça que a outra, todas as situações são forçadas – seja para ser engraçada ou emocionante, forçada e forçada.  E, se algum dia você chegar a assistir o episódio que contou com a presença de Michael Bay, tenho certeza que, assim como eu, você vai querer destruir tudo na sua frente de tanta raiva de um seriado tão ruim ter uma participação tão sensacional como essa.

Mas olha, não vou ser tão má também. Se você não tiver mais nada para fazer e tiver cansado de todas as outras sitcons que existem, eu digo: Debbie Weaver, ou melhor, a atriz Jami Gertz, é sensacional. Realmente é ela quem leva a série nas costas e deixa um pouco menos ruim. O personagem Reggie Jackson (Tim Jo) e seus gritinhos loucos deixam a série um pouco mais engraçada e a atriz Toks Olagundoye vem para deixar tudo bem mais bonito e fazer você morrer de inveja dela, de tão linda e de ter um corpão tão sarado. Mas também não vai ter nenhum segundo sequer que você vai gostar do personagem Dick Butkus. Ai, quanto ódio! Alguém pelo amor de deus leva esse menino de volta para o planeta do qual ele veio!?

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Este post foi meio Fica a Dica. Sempre que começa uma série eu queria um post desses me ajudando a decidir se começo ou não a assistir. Bom, acabou de começar a segunda temporada de “The Neighbors” e, agora que você já leu uma opinião sobre ela, fica à sua escolha seguir ou não.

Beijos e queijos, e até a próxima, amiguinhos.

Obs.: e a pergunta é: como uma série dessas consegue uma segunda temporada e “Go On” não? Este mundo tá todo errado, viu.


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Borboletas Monarca

Oie, galera! Bora falar de mistério e brisa profunda hoje?

Vamos que vamos, que hoje é dia de Stephen King.

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“Under the Dome” é uma série norte-americana de ficção científica, terror e mistério, baseada no livro de mesmo titulo do Sr. Fodão (sou fã mesmo) Stephen King, o qual, junto com Steven Spielberg, é produtor executivo da tal série. O enredo trata da pequena Chester’s Mill, que não passava de mais uma cidadezinha dos Estados Unidos, sem motivos para ser destaque – até que ela é separada do resto do mundo por uma cúpula invisível e indestrutível. Por quê? Para quê? Por quem? Ninguém sabe, ninguém entende. O fato é que os problemas do isolamento estão começando a aparecer, e como os moradores vão lidar com isso e responder a essas perguntas são os combustíveis da história. E borboletas monarcas, muitas borboletas.

Promo para ficar na curiosidade:

Eu adoro terror e mistério, então logicamente adoro Stephen King. Foi por esse motivo que eu comecei a ver a série. Poxa, “O Iluminado” né, quem não veria qualquer coisa baseada nos livros de Stephen King depois disso? OK, OK, vamos para a série: mistérioooooo! Muito mistério, muito “uoooou, o que é isso, jow? E agora?”. Mas, na verdade, o mais legal é ver como uma sociedade agiria em um momento de isolamento, com comida, remédios, água e todo o resto acabando, sem ninguém poder ajudar, com gente querendo se aproveitar da situação… Enfim, para mim, esse cenário fictício está sendo muito bem representado. Por mais feio que seja, eles estão representando. A história realmente é muito legal e te faz pensar muito, além de os efeitos serem muito bem produzidos e valerem a pena. Duvido que você não vá curtir a cena da vaca já no primeiro episódio. Quando eu vi, levantei com meu notebook e fui mostrar para todo mundo.

Sobre os atores e personagens, primeiramente vai um aviso: é tudo meio “The Walking  Dead”, ou seja, não se apegue a um personagem porque já já ele vai morrer. Segundo: eu quase larguei a série no primeiro episódio quando vi quem era a atriz que interpreta a Angie. É a loirinha insuportável de “The Secret Circle”, Britt Robertson. Em “Under the Dome” ela está mais chata ainda e parece que veio para passar o tempo inteiro gritando. Sério, eu fiz um batidão dos primeiros episódios e fui dormir. Depois acordei no meio da noite gritando e assustei todo mundo em casa, de tanto que essa menina me atormentou nos capítulos que vi. Mas OK, esquece tudo isso, esquece também que você odeia Crepúsculo, porque a ruiva linda Rachelle Lefevre vem mostrar que é muito mais que um cabelo perfeito e vem arrasar junto com Mike Vogel, ou melhor, Barbie, (genteeeeeeeem, que homem é esse? Queria ele lá na cúpula da minha cama, ow!), os personagens Big  J, Junior, Linda, e todo os outros que são sensacionais e fazem a série mais bacana ainda.

Fotos e mais fotos:

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Para a radialista aqui a série é demais, mas pode ser um pouco cansativa e ficar meio desinteressante lá para o meio da temporada. Ainda assim vale a pena dar uma chance para ela, principalmente se você adora ficar tentando resolver um mistério, adora ficar naquela curiosidade, adora assistir a algo diferente… porque sim, é um enredo bem diferente do que anda rolando aí na televisão. Além do que… Barbie, aaah o Barbie!

That’s all, folks.
Beijos e queijos!


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Ninguém quis essas crianças!

A temporada de séries novas começou há um tempo, e isso pode te deixar meio “E essa série, vejo não vejo?”. Bom, aqui vai uma dica: Back In The Game.

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Back In The Game é uma comédia familiar criada e produzida pelos irmãos Mark and Robb Cullen, transmitida pelo canal ABC. Ela traz a história de Terry Gannon Jr. (Maggie Lawson, loira, linda, magra, definida, só sucesso), ex-jogadora de beisebol desempregada, recentemente divorciada e sem ter para onde ir que acaba voltando a morar com seu pai, Terry “The Cannon” Gannon (James Caan).

Terry – a moça – jurou nunca mais voltar ao mundo do beisebol. Porém, seu filho Danny Gannon decide que quer praticar o esporte para impressionar sua amada, mas não possui o mesmo talento que a mãe. Assim, ele acaba sendo recusado no time da escola e Terry se vê obrigada a lutar pelo filho. A solução: virar treinadora do time secundário formado pelos “losers” e cômicos personagens dessa escola.

Trailer para ficar naquela vontade:

Mais do mesmo, só que de um jeito diferente. É isso: Back In The Game é um Glee formado por crianças. Uma série em que a família briga, briga, briga, mas acaba sempre se apoiando e se amando cada vez mais. Mas quer saber a verdade? É divertidíssima! Quem se importa que seja um pouco clichê se você se diverte? Você vai amar as crianças (não todas, na verdade. Os gêmeos são insuportáveis). O filho de Terry é um lindo e a relação dele com o vô é muito amor. Outro personagem que merece atenção é o menino “afeminado”. Ele é só sucesso e o jeitinho dele é impagável.

Aliás, melhor que ele, só a mãe dele. Lulu Lovette (Lenora Crichlow) é uma viúva milionária, totalmente louca, que se torna amiga de Terry e, juntas, causam muitos risos. Sem contar o treinador do time principal da escola: aquele ser humano realmente não é muito normal. E a gente não pode se esquecer do pai de Terry, o melhor personagem de todos. Só assistindo para entender.

Não dá para esperar uma grande história nem um roteiro super desenvolvido, complexo e diferente. No entanto, vai ter risadas, muitas risadas, e 20 minutos de diversão. Nisso a série cumpre sua missão muito bem.

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Back In The Game é mais um seriado, sem nada muito destacável, a não ser as risadas altas que você vai dar enquanto assiste. Então, se você está aí de boa procurando uma série sussa para se divertir, essa é a dica do dia.

Beijos e queijos, seus lindos.


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Hmm, que fome!

Oie, gente, como vocês estão?

Hoje é um dia muito feliz. Hoje é dia de falar de personagem ídolo, de personagem que a gente ama mesmo não devendo, de personagem elegante, inteligente, manipulador, assassino e canibal. Isso mesmo, dia do sensacional Dr. Hannibal Lecter.

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No dia 4 de abril deste ano estreou pelo canal americano NBC a série “Hanninal”, que foi desenvolvida por Bryan Fuller e é baseada no livro Dragão Vermelho de Thomas Harris. O foco do enredo se dá na relação do investigador especial do FBI Will Graham (Hugh Dancy), alguém que pensa, analisa e vê as cenas de crime de uma forma diferente (e devido a isso consegue resolver casos que parecem impossíveis), com seu misterioso e brilhante psiquiatra Dr. Hannibal Lecter (Mads Mikkelsen), que lhe foi indicado por uma amiga próxima, Alana Bloom. Tudo isso acontece sob o olhar do Agente Especial encarregado dos casos John Crawford (Laurence Fishburne). “Hannibal” segue a estrutura de séries policiais de um caso por episódio, mas consegue ofuscar a curiosidade do público em saber a solução de cada acontecimento com a dominação perspicaz e um tanto quanto sutil de Hannibal em relação a Will.

Promo para morrer de vontade de assistir:

Vocês não devem saber mais eu sou muitooooo fã do Dr. Lecter, e vocês não podem imaginar o quanto eu pirei quando essa série foi lançada. O único problema é que rolou uma decepção, já que para mim ela não atingiu o nível dos filmes. A série traz toda a atmosfera Hannibal de ser, mas ela cansa e causa um desinteresse. Acho que muitos fãs como eu esperávamos bem mais Hannibal Lecter e menos Will. É muito legal ver como a cabeça do Graham funciona e como ele sofre por ser assim tão brilhante, mas não é isso que a gente quer ver. A gente quer que o foco seja o serial killer canibal mais sensacional da história, a gente quer saber como Lecter consegue ser tão foda, isso sim.

Mas a série não é de todo mal, muito menos perda de tempo. Vale muito a pena assistir, principalmente quem gosta de coisa bem feita, bem desenvolvida, de trabalho audiovisual bem encaixadinho e produzido. Vamos lá: primeiramente a série tem uma fotografia PER-FEI-TA, simplesmente sensacional! Paguei um pau mesmo. Ela da à série a atmosfera perfeita para que a história se desenvolva e para que a gente fique de boca aberta com os acontecimentos. A direção de arte é impecável e surpreendente – cada caso foi tratado com muito cuidado e pensado nos mínimos detalhes. Cada cena de crime é de tirar o fôlego, cada localização, cada cenário… tudo muito perfeito.

Aliás, fica a dica: não assista a essa série comendo. Você não vai dar conta, sério. Eu tenho costume de almoçar e jantar vendo séries, mas essa não tem jeito. Falando em comida, algo muito engraçado acontece, pelo menos comigo: mesmo sabendo que os pratos preparados por Hannibal levam carne humana, fico aqui morrendo de vontade de provar. Tudo porque eles são muito bonitos e muito bem montados. É, essa direção de arte realmente arrasa. E os efeitos especiais também não ficam para trás. Normalmente, efeitos de séries não são tão bom quanto os de filmes, mas em “Hannibal” eles têm um cuidado bem especial.

Para falar a verdade, eu acho que o ponto alto da série é a psiquiatra de Hannibal. Tudo bem, já era previsível que, para ter essa função, só sendo mais foda ainda que ele. Ainda assim, era algo que podia facilmente nos decepcionar e, graças a Deus, isso não acontece. Eu até fico aqui pensando “pena que ela aparece pouco”. Sagacidade, mistério, fineza, elegância e sensualidade no ponto certo.

Fotos e mais fotos:

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Sobre o maravilhoso Mads Mikkelsen, digamos que ele não conseguiu fazer um Hannibal como Anthony Hopkins fez nos filmes, mas também não decepciona. Ele é extremamente misterioso e elegante. Cada movimento passa uma fineza muito difícil de ser alcançada, uma forma de se mover que só de olhar você pensa “esse cara é foda”. A calma com que cada palavra é pensada e falada traduz toda genialidade de Hannibal. Na minha opinião, faltou apenas uma sagacidade, uma simpatia conquistadora como a de Hopkins. Ele tinha um sorriso, uma forma de falar que te intrigava, te seduzia, te fazia querer fazer parte de toda aquela insanidade brilhante de serial killer. Mas, levando em conta que o Lecter de Mads é mais jovem, talvez essa falta encaixe bem para a época.

“Tá, Mariana Buglia, chega, não precisa escrever uma bíblia sobre a série!”, você deve estar pensando. Ai, gente, desculpa, mas é muito amor por Hannibal e muita coisa para falar. Mas tudo bem, eu paro por aqui, e quem sabe eu volto no fim da segunda temporada para dar mais uns pitacos, hein? xD

Beijos e queijos, seus lindos!


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Sensualidade nível: todos!

Oie, gente bonita! Saudades, né?
Então bora diretão para o post!

Dallas, série que estreou em 2012 na TNT, é uma continuação da novela de mesmo nome que passou na CBS de 1978 à 1991. Naquela época foi um graaaaaaaande sucesso e contou com personagens, atores e tramas inesquecíveis. Após o fim da novela, dois filmes foram lançados, mais a trama deles não é abordada na nova série.

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O mais legal dessa continuação é que ela traz muitos atores/personagens da primeira versão, tais como: Patrick Duffy como Bobby Ewing, Linda Gray como Sue Ellen Ewing e Larry Hagman como J.R. Ewing e muitos outros. No entanto, o foco dela é na nova geração: os filhos dos antigos personagens, como  John Ross Ewing  III (Josh Henderson), filho de JR e Christopher Ewing (Jesse Metcalfe), filho adotado de Boby.

A trama vem ao mesmo estilo da antiga, ou seja, segue a vida dos Ewings, milionários, donos de indústrias de petróleo, e sua rixa com a familia Barnes, que faz de tudo para destruí-los. Agora também são mostradas as brigas entre os filhos de JR e Boby e, como fórmula de sucesso, vem banhada a intrigas familiares, vinganças, riqueza e muita, muita, mais muita sensualidade. Assim como eu li uma vez na internet e concordei plenamente, ATÉ A GRAMA EM DALLAS É MAIS SEXY QUE VOCÊ! Acredite, desde os atores mais antigos, que são super atraentes, até as calças super agarradas dos novos meninos, essa série é só sensualidade, beleza, e riqueza. Tem dinheiro esse povo, viu. Até mesmo a atriz que faz a Pamela tem uma cicatriz enorme entre as sobrancelhas. Mas quem se importa, ela é lindíssima, nem dá para abalar.

Um trailer para dar gostinho na boca:

Agora aquele papo um pouco menos técnico: eu comecei a ver porque sabia do sucesso que tinha sido no passado. Aliás, meu sonho é assistir à versão original, mas vamos lá, o que é Dallas de verdade? É uma como uma novela das 9, dos Estados Unidos, ou seja, mais bem produzida e rica, com tramas comuns desse tipo de narrativa e tudo em volta de gente rica, bonita, poderosa e problemática. Muito romance, muita traição, muita vingança, muito ódio, muita paixão, muito efeito de chroma key mal aplicado, muita fala de efeito, um roteiro muito furado. O John Ross e o Christopher são verdadeiras copias de seus pais, ou seja, John Ross é o malandro, o cara mau,o conquistador destruidor de corações, mas que no fundo ama muito uma mulher só e Christopher é o bonzinho, todo correto, inteligente e apaixonado. Enfim, tá sem nada pra fazer? Curte uma novela? Curte esse tipo passatempo, então essa é a sua série, jow. Quer algo pesado? Dramático? Com conteúdos mil? Desiste, amigo. Vai ver Game of Thrones, sei lá xD

Foto de gente sensual:

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O momento mais importante desse post: O ator que fazia o personagem J.R., Larry Hagman (o mais fodão de todos), acabou falecendo na época das gravações. Ele não conseguiu vencer o câncer e em novembro de 2012 e deixou de fazer sucesso em Dallas. Queria deixar aqui o meu respeito e admiração. O cara eternizou o personagem não à toa. Ele era foda, e destruía no papel. Vai fazer falta nesse mundo em que são poucos os atores que sabem fazer um vilão que você odeia amar.

http://www.youtube.com/watch?v=FGbfj3yjOh8&hd=1

É isso, gente. A série já foi renovada para a terceira temporada, um pouco menos sensa por não ter mais J.R., mas vamo que vamo, né xD

Espero que tenham gostado. Beijos e queijos!