THE FASHION T'S

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Aventura de Plástico

Lego

O post de hoje tem mais a ver com a galera que tem um pézinho no lado nerd da força. Meninas que amavam vestir suas Barbies, mas também passavam horas criando cidades de LEGO. LEGO… Que parada genial. Fala sério, o dinamarquês Ole Kirk Christiansen teve uma ideia muito boa ao idealizar um brinquedo cujo conceito se baseia em partes de plástico que se encaixam permitindo inúmeras combinações. Você não diz “Tô brincando de carrinho”, “…de boneca”, não é uma coisa definida: você tá brincando com qualquer coisa. Você tá brincando com o que quiser, você inventa a brincadeira. E com LEGO dá pra inventar de tudo!

Desde a década de 50, quando começou a se popularizar, o brinquedo vem fazendo parte da infância (da adolescência e da idade adulta) de muita gente. Aí, sendo parte do universo geek, não tardou para o LEGO ser adaptado para os jogos virtuais. Ele tem versões para PS, Xbox, Wii e os mais variados consoles.

Depois de tantos games de sucesso reimaginados com os bonequinhos montáveis, surge agora o filme “Uma Aventura LEGO” (“The LEGO Movie” no original), que vem para expandir o universo de um dos brinquedos mais amados da cultura pop. A animação foi lançada nos EUA no dia 7 de fevereiro e tem surpreendido em bilheteria: abocanhou o primeiro lugar. Entre a última sexta (14) e domingo (16), a produção arrecadou cerca de US$ 69,1 milhões (R$ 155,6 milhões).

The Lego Movie

No longa, dirigido por Phil Lord e Christopher Miller (ambos também diretores de “Tá Chovendo Hambúrguer”), Emmet (Chris Pratt) é um cidadão-LEGO comum. Quando encontra algo fora do normal nas ações cotidianas de sua cidade, ele acaba conhecendo Megaestilo (Elizabeth Banks) e descobre uma profecia da qual pode ser o escolhido. Emmet, então, deve se provar digno para acabar com o plano maligno do perverso Presidente Negócios (Will Ferrel).

Por ser da Warner, muitos dos mais conhecidos personagens do cinema e dos quadrinhos estavam liberados para serem representados no filme: temos personagens de “Harry Potter”, de “O Senhor dos Anéis”, da “Liga da Justiça” e de “Tartarugas Ninjas”, entre outros, dinamizando ainda mais o desenvolvimento de “Uma Aventura LEGO”. O roteiro afiado aborda temas que agradam crianças, mas não esquece dos adultos. Na real, o público-alvo é de faixa etária indefinida. O controle social, a desumanização do homem e a falta de tolerância são assuntos que provocam reflexão para os mais velhos. Para as crianças, o filme prega a compreensão e mostra que ainda existe muito divertimento nos brinquedos.

Com um visual inspirado na técnica de stop-motion, os criadores transpuseram para a tela tudo o que já vimos nos consoles. E, mesmo que tenhamos contato prévio com a tal forma, em praticamente todas as cutscenes  dos jogos, o visual aqui não incomoda por ser familiar. O movimento dos animais, por exemplo, sempre traz um ar quase caricatural ao modo de brincar de LEGO. Embora o tempo de contato com a película faça os movimentos parecerem mais fluidos, sempre há algo na cena para nos lembrar de como é dura e nada analógica a movimentação no mundo de plástico. Outro ponto de destaque é o incrível trabalho de sonosplatia do longa, que faz com que a comicidade não fique presa somente ao roteiro, mas também passeie por outros lugares. Talvez seja nesse aspecto em que mais se vê equilíbrio entre a ação cinematográfica e gamer, ambas empregadas no filme de diversas maneiras.

LEGO Movie Scene

E independentemente de você já ter conseguido ou não assistir ao filme, é muito provável que só pelo trailer você fique morrendo de vontade de saber como ele foi feito e quais as técnicas de animação e efeitos visuais foram empregados. Eu fiquei, e numa busca por informações, achei esse vídeo que explica sobre. É do Hollywood Streams e traz os atores Liam Neeson, Chris Pratt e Will Ferrell discutindo como os animadores criaram as expressões faciais de seus personagens no longa. Isso tudo, com direito a algumas cenas da produção nos computadores.

Ficha técnica
Uma Aventura LEGO
(The LEGO Movie, 2014)
Direção: Christopher Miller, Phil Lord
Gênero: Animação
Duração: 104 minutos
Censura: 14 anos

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Leituras de um dia

A gente fala de música, de moda, de série e até damos dicas culinárias aqui. Hoje, querendo uma coisa diferente, fiquei a fim de falar de literatura no blog! Pensando nisso, elegi oito livros que podem ser lidos em um dia pra compartilhar com vocês. (Não que dê pra ler esses oito livros em um único dia, mas sim que cada um desses livros pode ser lido em um dia… Ah, vocês entenderam!).

Claro, isso é bem relativo. Depende da sua velocidade de leitura e concentração. Por isso, escolhi livros não só com o critério de eu ter lido em um dia, mas também levei em conta a quantidade de páginas e a densidade do conteúdo. Fiz uma sinopse breve de cada um, pra vocês saberem do que se trata cada história. Olha só:

Capas

  1. Assassinato no Expresso do Oriente – Agatha Christie
    A “dama do crime” é conhecida por seus suspenses que conseguem prender a atenção do leitor. Não é diferente com “Assassinato no Expresso do Oriente”. Na história, pouco depois da meia-noite, uma tempestade de neve para o Expresso do Oriente nos trilhos. O luxuoso trem está surpreendentemente cheio para essa época do ano. Na manhã seguinte, há um passageiro a menos. Uma americano é encontrado morto em sua cabine com doze facadas e a porta estava trancada por dentro. A sede pela resolução do mistério faz a gente não querer parar mais de ler e de acompanhar as investigações de Hercule Poirot, o célebre detetive dos romances de Agatha, que é muitas vezes comparado a Sherlock, de Doyle.
  2. A Metamorfose – Franz Kafka
    É um clássico e é curtinho! Além disso, traz uma mensagem muito interessante. O texto coloca o leitor diante de Gregor, o protagonista, que acordou e se viu transformado em um inseto monstruoso. A partir daí, a história é narrada com um realismo inesperado que associa a ficção e o senso de humor ao que é trágico, grotesco e cruel.
  3. Os Contos de Beedle, o Bardo – J.K. Rowling
    É um spin-off de Harry Potter, sendo mencionado no sétimo livro da série. Ele traz as histórias infantis do mundo bruxo, que seriam os nossos contos de fadas. A leitura atrai não só pela curiosidade despertada pela ideia de conhecer as fábulas-não-trouxas, mas também por oferecer um gostinho extra de J.K. Rowling além da saga que consagrou a autora. O livro também apresenta alguns comentários de Dumbledore sobre os contos… Ou seja, pra quem gosta de Harry Potter, leitura obrigatória!
  4. Assassinatos na Rua Morgue – Edgar Allan Poe
    História densa, com mistério, suspense e violência, características típicas de Poe, considerado o inventor da ficção policial. O livro conta a história de dois brutais assassinatos de mulheres na Rua Morgue, em Paris, casos que parecem insolúveis até que o detetive C. Auguste Dupin assume a investigação. Ele, usando sua estupenda inteligência e um sistema próprio de dedução, desvenda esse grande mistério. É genial.
  5. Fahrenheit 451 – Ray Bradbury
    É uma leitura rápida e envolvente, ficção científica soft. A obra descreve um governo totalitário, num futuro incerto mas próximo, que proíbe a circulação de qualquer livro, prevendo que o povo possa ficar instruído e se rebelar contra o status quo. Tudo é controlado e as pessoas só têm conhecimento dos fatos por TV. Nessa atmosfera de distopia, ainda se encaixa um romance e também a luta do protagonista contra o controle dos poderosos, na qual ele tenta mudar a sociedade e encontrar sua felicidade.
  6. Crônica de uma Morte Anunciada – Gabriel Garcia Márquez
    Fatalidade, destino, o absurdo da existência humana. O que explica a tragédia que se abateu sobre o protagonista de Crônica de uma Morte Anunciada? Neste romance curto de construção perfeita, García Márquez monta um quebra-cabeça cujas peças vão se encaixando pouco a pouco. Em que e em quem acreditar? Tem um final surpreendente, leitura rápida e envolvente. Pare o que estiver fazendo e vá ler esse livro. Sério. (Mas volta depois pra ler o resto do post!).
  7. Sentimento do Mundo – Carlos Drummond de Andrade
    Pra quem curte poesia. Publicado em 1940, traz o frescor e o impacto do “vento revolucionário” da obra do mais estudado e lido poeta brasileiro. O livro contém poemas mais famosos e arrebatadores: Poema de Sete Faces, No meio do caminho, Quadrilha; e também poemas menos conhecidos, mas igualmente antológicos: Poema do Jornal, Poema da Purificação.
  8. Ninguém me entende nessa casa! – Leo Cunha
    A leitura dos contos e crônicas nessa obra é bem leve. Aborda temas como a família, os amigos próximos, as lembranças novas e antigas. Algumas crônicas podem até parecer mentira, mas o autor jura de pé junto que é tudo verdade. Afinal de contas, a crônica está quase sempre neste campo minado entre o real e o imaginário, entre a verdade e a ficção, entre a lembrança e a invenção. São conversas, casos, acasos, cenas cotidianas, corriqueiras, até banais, que podem revelar muito sobre nós e sobre o mundo à nossa volta. Além de tudo, a arte no livro é muito legal.

É isso, gente. Fikdik!


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Galaxy Print

O espaço sideral, galáxias, buracos negros, cometas, planetas, estrelas, champagne supernova, azul, roxo, toque de vermelho, cintilante…  Sempre fui fascinada por tudo isso que remete ao universo (e sempre passo pra admirar umas fotos de nebulosas no Fuck Yeah Nebulas <3). Aí, quando a moda abriu um espaço entre as estampas de animal e florais para a galaxy print, achei o máximo.

Galaxy Fever

É um tendência que começou lá fora com uma coleção do fashion designer Christopher Kane e foi aderida pelas celebs e, aí, claro, começou a pipocar no LookBook. Depois no Tumblr, no We Heart It e no Pinterest. Apesar desse sucesso todo mundo afora, não tinha vingado muito aqui nesse país tropical abençoado por Deus. Era mais coisa de fashionistas hipsters, só. Mas veio chegando de mansinho e caindo no gosto das brasileiras. Andei vendo nas roupas, unhas, bolsas, sapatos, acessórios… Galaxy fever!

O que eu aprendi lendo sobre o assunto por aí é que essa estampa é ideal para ser usada com peças pretas ou mais escuras, assim destaca os pontos claros – que seriam as estrelas. Uma dica é combinar as calças galaxy prints com tops lisos para não deixar o look com muita informação. As blusas podem ser usadas formando looks despojados ou mais arrumados. Jeans e calças lisas são uma alternativa boa. Saias, com blusas de um só tom (tanto em cores neutras, como naquelas que compõem a estampa). Os vestidos já fazem o look, sem precisar exagerar nos acessórios e complementos. Recomenda-se apostar em combinações da estampa com peças de couro, também. Dá uma olhada:

O legal é que, ao contrário de antes que você tinha que curtir fazer compras online pra entrar nessa onda, agora ficou mais fácil: as lojas fast-fashion do Brasil estão aderindo! A vitrine atual da Marisa, por exemplo, tá cheia de peças com estampa de universo e já vi também, há algum tempo, na C&A.

E se você é uma pessoa que curte customização, seguem dois tutoriais pra te ajudar nessa:
Galaxy All Star
Galaxy T-Shirt

A galaxy print ainda divide opiniões e tem futuro incerto, mas olhando essas fotos me senti atraída. E vocês?


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Sobre batom & misturinhas

Certa vez descobri na blogosfera que “boca tudo, olho nada” é o nome da maquiagem onde não se faz nada muito elaborado nos olhos (rímel e delineador já bastam, quem sabe um iluminadorzinho) e aí a boca fica sendo o tcham da produção. A Tainá já falou aqui mesmo sobre isso uma vez. E por ter afinidade com a praticidade (minha mãe chama isso de preguiça), sou adepta a esse tipo de maquiagem. Não precisa saber manejar os pincéis, o único requisito é um batom legal. E não ache que ela é coisa básica não, essa make também aparece nos tapetes vermelhos da vida.

Dessa minha preferência pela “boca tudo, olho nada”, veio o hábito de misturar batons e criar cores novas. É uma coisa que sempre faço quando canso das que já tenho e fico a fim de inovar. E também é uma tática boa pra dar um upgrade naquele batom que você comprou achando maravilhoso, mas quando foi usar viu que ele não era assim, uma Brastemp. Bastante gente elogia e me pergunta da procedência desses batons diferentes… Hoje resolvi contar pra vocês como é que eu faço. Pra isso, fiz essa cartela de misturinhas onde revelo alguns segredos, olha só:

Misturinhas

  1. Fiquei apaixonada por esse tom coral do Lily, da Mahogany, quando vi e aí comprei. Então fui usar e não gostei muito da textura, achei cremosa demais, não cobre muito. Misturei com o matte South Beach Lilly, da linha de make d’O Boticário, e amei o resultado! A textura fica cremosa na medida certa e a cor, linda, um pink com fundo alaranjado.
  2. O rosinha claríssimo que é o Snob, da MAC, já foi uma febre, lembra? Mas aí eu enjoei e misturei com um vermelho não tão aceso, da AVON, e o resultado foi esse rosa-meio-coral lindão <3.
  3. Acho que essa mistura é minha preferida, porque há tempos quero um batom lilás que combine com minha pele e foi isso que encontrei ao misturar o Snob com esse roxo de personalidade forte da Quem disse, Berenice?. Usando ele em todas as saídas.
  4. Gente, virou burgundy! Passei vermelho com roxão e apareceu a cor que foi sensação nesse inverno!
  5. Aqui o roxo deu um up naquele rosa beeem aceso da Vult. Achei muito legal essa modernizada pra uma cor meio batida!

Mostrei essa minha boca boniiita e usei as altas habilidades que possuo no Paint pra compartilhar isso com vocês, hahaha. Espero que se sintam inspiradas a se jogar no bocão depois do post. Não esqueçam de comentar pra gente aqui qual é a misturinha que vocês fazem aí!


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Domingando

Oi, gente! Sou colunista nova aqui no blog e uma coisa que vou contar pra vocês é que sou dessas pessoas que têm obsessão por organização. Vivo num conflito constante entre minha preguiça de arrumar versus a necessidade de ter as coisas em ordem. Mas não é nada muito grave, meu habitat pode ser definido como uma “bagunça organizada”. Talvez, por ser assim, desenvolvi o costume de fazer listas pras coisas… Pra organizar as ideias também, além do ambiente. Estou falando tudo isso só pra introduzir meu post aqui, que tem a ver com isso.

Uni a minha disposição pra listar coisas à melancolia nossa de todo domingo. Elaborei pra vocês uma lista de sugestões de coisas a se fazer num domingo tedioso. Olha só:

Baixar e ver um filme no domingo
Pulp Fiction: do Tarantino (<3), mistura ação com humor ácido e mostra nada mais que quatro contos em que violência e valores morais são discutidos. Ganhou Oscar de Melhor Roteiro Original. Tá na lista porque é um dos meus filmes preferidos do mundo, recomendo!
Zumbilândia: o nome sugere algo cheio de zumbis, putrefação, medo, distopia… O clichê de zumbis que temos em mente hoje. Mas não é nada disso. Ok, é um pouco disso, mas tem alguma coisa diferente em Zumbilândia, que me conquistou. Talvez o texto muito bom, ou o rumo que o enredo toma, ou a storyline de romancinho por trás, ou as sacadas que fazem rir. Não sei, mas é bom.
Quero ser John Malkovich: e se você pudesse ser outra pessoa? O que é “ser”, afinal? Sabe filmes que te fazem viajar… Aqueles “mindfuck”? É completamente maluco, mas a graça vem principalmente dessa bizarrice. Assistam!

Começar uma série nova no domingo
Orange is the New Black: é legal começar agora porque a série está na primeiríssima temporada – e a segunda foi confirmada (eba!). Na história, a vida de Piper vira de cabeça pra baixo quando ela se vê obrigada a trocar a boa vida em Nova York, que inclui seu noivo Larry, pelo uniforme cor de laranja da prisão – daí o nome da série. As cenas são cômicas e o desfecho da temporada é inusitado. Recomendo.
Sherlock: a série da BBC tem duas temporadas lançadas com pouquinhos episódios, mas com 1h30min de duração – ou quase isso – cada um. É interessante porque os episódios são longos e superproduzidos, parecem filmes. O enredo é bem legal também. É uma releitura da obra de Arthur Conan Doyle, uma visão moderna dos personagens clássicos da literatura, Sherlock Holmes e John Watson. Vale a pena.
True Blood: a série já está na sexta temporada, mas um domingo tem muitas horas de ócio pra você fazer maratona! Em True Blood os vampiros “saem do caixão” em rede nacional de televisão, a existência deles se torna um fato conhecido universalmente e eles vivem como cidadãos entre os humanos. A construção dos personagens e a evolução de alguns durante a série da HBO é fenomenal. Tem romance, tem luxúria, tem suspense, tem risada e tem qualidade.

Dar uma olhada nesses canais sensacionais no domingo
∙ O canal do Rhett e do Link é um dos meus preferidos. Não sei definir a linha de postagem deles, mas digo que eles têm um senso de humor genial e fazem vídeos muito legais. É bom ter uma base de inglês pra assistir. E eles têm um canal alternativo, o Rhett and Link 2.
∙ O Nostalgia é muito legal, o canal faz jus ao nome e lembra programas, desenhos, filmes e coisas que remetem à nossa infância de um jeito bem divertido.
∙ O canal da Melina Souza, o A Series of Serendipity é interessante porque lá ela fala sobre o hobby dela, a leitura, de um jeito bem bacana. Comenta livros, participa de projetos, faz aquelas resenhas faladas, sabe? É bem legal.
∙ O canal100palavras te mostra 99 sinônimos pra aquela palavra que você pensou que só tinha 2. É genial.

Checar alguns apps legais pra fotos no domingo
Tenho vááários, mas vou listar alguns:
Leme Cam: te deixa escolher entre diversos tipos de câmera, de lente e de moldura. Dá pra brincar de fotografia à vontade!
Snapseed: além de filtros e efeitos, o Snapseed te permite editar a foto alterando manualmente contraste, brilho, saturação, balanço de branco, etc… É um ótimo editor.
InstaPicFrames: com ele é possível enquadrar várias fotos numa imagem só, ele divide a tela pra você e você escolhe a grossura e cor da moldura. Muito legal pra quando você tem várias fotos parecidas e não consegue escolher a melhor pra postar.
Squaready: com ele você consegue deixar a foto retangular pra postar no Instagram, não precisa mais cortar pedaço daquele amigo que não coube no quadradinho!

Conhecer uns blogs interessantes no domingo
HRNMNK
A Series of Serendipity
Tantos Clichês
Crônicas Urbanas
Escreva, Lola, escreva
Quero ser vintage
…E que tal usar esses de inspiração e criar um blog só seu!?

Aventurar-se na cozinha no domingo
Como está friozinho ultimamente, vou passar uma receita de chocolate quente de Danette que minha mãe faz e eu amo:
            Ingredientes
2 potes de Danette de chocolate
1 pote (a mesma medida) de leite integral
Chantilly que você pode comprar pronto
            Preparo
Leve o Danette e o leite ao fogo, mexendo até engrossar. Sirva numa caneca e decore com chantilly a gosto.
Difícil, requer altas habilidades, mas vocês conseguem.

Hidratar o cabelo no domingo
Listei algumas máscaras hidratantes:
∙ Elsève Reparação Total 5 Química, LOréal Paris. Aprovei o resultado!
∙ Máscara Hidratante Intense Amora + Sândalo Nativa Spa, O Boticário. Já usei e gostei bastante.
∙ Natura Plant Liso e Solto Máscara prolongadora de alisamento. Essa eu nunca usei mas ouvi ótimas recomendações!

É isso. Espero que alguma dica tenha sido útil! Beijos.