THE FASHION T'S

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O cara que faz um folk meio triste

Thalles Cabral ficou conhecido recentemente por seu papel na novela Amor à Vida. O jovem interpretava Jonathan, filho de Félix (Mateus Solano), e ganhou bastante reconhecimento pelo seu papel.

O que poucos sabem é que o garoto tem talentos que vão além da atuação. Com 20 anos completados no último mês, Thalles já teve experiência como diretor e roteirista de uma websérie e lançou um EP com canções de sua própria autoria.

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(Foto: Maria Eduarda Amorim)

Ele descobriu seu interesse pelo teatro ainda criança. Aos sete anos de idade começou a ter aulas e, em 2009, entrou para a Escola de atores Wolf Maya, de onde saiu formado em 2012.

Além de investir na carreira de ator e músico, Thalles começou a cursar cinema na FAAP em 2012, e, no segundo semestre, transferiu o curso para a Academia Internacional de Cinema.

Ele colocou em prática o que aprendeu na faculdade com a criação da websérie Cápsula, que vou descrever como instigante e inteligente para não dar spoiler para quem não conhece.

Já o gosto pela música surgiu em 2005, quando ganhou seu primeiro violão e começou a ter aulas. Em 2012, ele deu início à gravação de seu primeiro EP, intitulado That’s What We Were Made For, que contém sete faixas. Fã de Kurt Cobain, The Beatles, Arctic Monkeys e Radiohead, suas músicas são o que ele chama de “um folk meio triste”, um estilo que me prendeu e que fez com que eu me tornasse fã e admiradora de seu trabalho.

Em fevereiro tive o prazer de assistir a um de seus shows em São Paulo e comprovei que ele é um artista dos bons. Mesmo com a fama, ele não perdeu a simplicidade e o carisma. Atendeu todos os fãs ao final do show, conversando, respondendo perguntas, tirando fotos e autografando os EPs.

Como jornalista não perde a oportunidade de fazer uma entrevista, trocamos alguns e-mails e agora coloco aqui o pouco que sei desse jovem talento.

ENTREVISTA

O que te inspira a compor?

Thalles Cabral: Ah, muita coisa. Eu sou bem observador. As pessoas me comovem bastante e, consequentemente, me inspiram. Assisto a muitos filmes também e, de vez em quando, alguns personagens me inspiram. Não sou muito autobiográfico nas minhas letras. A grande maioria é sobre personagens, quase como um conto e tem um início, meio e fim.

Por que suas composições são em Inglês?

TC: Porque a primeira música que eu escrevi, que foi completamente sem querer, foi em inglês. E a segunda também, e a terceira… E quando vi já tinha umas vinte músicas escritas em inglês. Isso nunca foi algo pré-estabelecido pra mim, do tipo “só escreverei em inglês”, não. Foi algo extremamente natural e despretensioso.

Você tem pretensões de compor em português?

TC: Eu tenho uma única música em português. As estrofes do início são em inglês e o refrão em português. Mas está inacabada. Talvez eu termine ela algum dia.

Qual sua opinião sobre a música brasileira atualmente? Tem algum artista preferido?

TC: A minha opinião é que a mídia valoriza demais, de forma até exagerada, alguns artistas que não deveriam ter todo esse foco. É assustador ver a idolatração da imprensa por músicas que, muitas vezes, são de extremo mau gosto. Por outro lado, existe milhares de artistas talentosos com trabalhos primorosos na internet e que, infelizmente, são pouco conhecidos. Gosto muito do trabalho da Apanhador Só, A Banda mais Bonita da Cidade, Cícero, Criolo, Los Hermanos, Marcelo Jeneci, Mallu Magalhães, Pélico, Phill Veras, Phillip Long, SILVA, Thiago Pethit, Tiago Iorc, Tom Custódio da Luz, Toni Ferreira, e muitos outros.

 Como você enxerga o público brasileiro em relação à nova música nacional?

TC: Acho que as pessoas são um pouco resistentes a coisas novas, principalmente na arte. Mas faz parte do show (risos). Nós, artistas, temos que chegar até o público e não esperar o público chegar até nós.

O que a música e o teatro significam pra você?

TC: Se esses dois não existissem, não sei o que eu faria da vida. Me sinto muito feliz e realizado fazendo essas duas coisas.

Como surgiu a ideia da websérie Cápsula? Você pretende dar continuidade a ela?

TC: A ideia de criar uma websérie surgiu da necessidade de colocar em prática o que estávamos aprendendo na faculdade de Cinema. Juntamos uma equipe bem legal de amigos e começamos a produzir a 1ª temporada. Já a ideia da trama de Cápsula surgiu do resultado de algumas reuniões de braimstorm. Eu e a Larissa Ribeiro, atriz e criadora da websérie, conversávamos muito e buscávamos muitas referências em filmes de suspense e ficção científica. E esse assunto sobre a indústria farmacêutica é uma discussão que sempre me interessou muito.

Quanto ao futuro de Cápsula, eu tenho alguns projetos que incluem ela. Tenho um carinho muito grande por esse trabalho, pois foi feito por pessoas que realmente queriam que desse certo e quase nada de grana. Nós aprendemos muito, foi uma boa experiência. Mas penso em uma continuidade, sim.

Além da websérie, você tem outros projetos ou roteiros? Pretende escrever coisas novas?

TC: Tenho muitos projetos, esse talvez seja até um grande problema que eu tenho (risos). Tenho uma lista de projetos que quero realizar. Atualmente estou escrevendo um roteiro para um longa-metragem que quero rodar de forma independente. Estou bastante empolgado.

Qual o lado bom e o lado ruim da fama?

TC: O lado bom é o reconhecimento pelo seu trabalho e a repercussão que ele tem pelo país todo. Novela é ainda um produto muito assistido pelos brasileiros. E o legal é que muita gente vai buscar sobre você na internet e acaba descobrindo outras coisas, no meu caso o trabalho musical e outros projetos, por exemplo. E o lado ruim é a falta de privacidade, algumas pessoas realmente passam dos limites e isso incomoda.

Qual foi a sensação se estrear na televisão em uma novela das 9?

TC: Ah, foi um turbilhão de sentimentos. É bem difícil tentar explicar tudo o que eu senti nesse último ano. Mas foi um misto de alegria, ansiedade e realização. Trabalhei com grandes atores e aprendi muito.

Quais são seus planos agora com o fim da novela? Já tem algum trabalho em mente ou músicas novas?

TC: Sim, em abril começo uma turnê pelo Brasil. Vou levar o show do EP That’s What We Were Made For para o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. E ainda no primeiro semestre devo ir para outros estados também. Vou lançar um projeto de covers no canal do Youtube e algumas músicas inéditas.

Você pode conferir a agenda de shows e o EP That’s What We Were Made For no site do cantor!

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Got a secret, can you keep it?

A quem você confia seus segredos mais íntimos? Há um ditado que diz que duas pessoas podem guardar um segredo, se uma delas estiver morta. Na série Pretty Little Liars (PLL) essa frase não é apenas um dito popular.

The_four_PLL'sO seriado já é antiguinho – estreou em 2010 na TV estadunidense (ABC Family) e em março de 2011 no Brasil, pelo canal Boomerang – então posso apostar que você já ouviu falar sobre. Mas se ainda falta coragem pra assistir, ou se você abandonou a série por um tempo, garanto que vale a pena colocar os episódios em dia.

PLL se enquadra no gênero drama e suspense e foi criada por Marlene King, com base nos livros de mesmo nome de Sara Shepard. É o tipo de série pra se assistir embaixo das cobertas, com os pelos arrepiados e os olhos vidrados pelo mistério.

A história se passa em Rosewood, um subúrbio pequeno na Pensilvânia, que abriga inúmeros segredos. Segundo a descrição do livro, aquela era a nata da Filadélfia, onde viviam “várias famílias ricas e tradicionais, com dinheiro antigo e escândalos mais antigos ainda”.
A série relata a vida de um grupo de amigas: Spencer, Aria, Emily e Hanna, que têm como queen-bee Alison Dilaurentis.

Ela é o tipo de garota-problema de quem todo mundo quer ser amigo. Todos os garotos a desejam e as garotas a têm como confidente, contando todos os seus segredos mais sombrios a ela. Segundo Alison, são esses segredos que as mantêm unidas.

tumblr_m5mpjf4V4b1r26xavo1_500Na verdade, Alison é uma perfeita manipuladora e adora fazer joguinhos para que ela seja sempre o centro das atenções. Numa noite, enquanto exibia mais um de seus truques para as meninas, ela desaparece misteriosamente, sem deixar rastros.

Com o seu sumiço, Spencer, Aria, Emily e Hanna se distanciam e perdem contato. Alison passa a ser só uma lembrança para todos na cidade. Entretanto, um ano depois de seu desaparecimento, as garotas começam a receber mensagens assinadas por “-A”. O conteúdo dessas mensagens são seus segredos mais íntimos, revelados apenas a Alison, o que as faz acreditar que ela ainda está viva.

Essa esperança de reencontrar Ali faz com que as meninas se reaproximem, porém, quando estão todas confiantes de que a amiga retornará, seu corpo é encontrado e sua morte é confirmada, o que deixa as garotas sem saber o que fazer.

Se Alison morreu, quem estaria mandando aquelas mensagens? Quem mais saberia todos aqueles segredos? Quem matou Alison? E quem poderia dizer qual é a verdade em Rosewood, já que todos na cidade parecem estar mentindo ou escondendo algo?

No decorrer da série, são apresentados vários suspeitos e várias reviravoltas no caso de Alison D. O teor das mensagens enviadas por “-A” fica cada vez mais ameaçador e, quem quer que seja o responsável por tudo isso, ele(a) parece saber todos os segredos das meninas e está observando cada um de seus movimentos, utilizando suas mentiras para ameaçá-las e forçá-las a fazerem parte do seu jogo.

Esse clima tenso e de medo faz com que Spencer, Aria, Emily e Hanna se unam para investigar o que  aconteceu com Alison e descobrir que está ameaçando revelar todos os seus segredos. 

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PLL está na quarta temporada e, nesses anos de série, muita coisa aconteceu. Confesso que por um tempo me senti meio frustrada por não ter muita certeza de nada que acontecia, mas essa é que é a graça. A história é um eterno mistério e as pistas estão por aí a todo momento. Só posso garantir que os últimos episódios me surpreenderam muito e que vale a pena assistir.

E aí, quem vocês acham que anda perturbando a vida das quatro amigas?

“I’m still here, bitches, and I know everything! -A”

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Sobre o amor e voltar sozinho

Esta semana vi um trailer rodando na minha timeline. Muito curiosa que sou, resolvi dar uma olhada e me deparei com uma história muito cativante do filme mais esperado do ano: “Hoje eu quero voltar sozinho”. HojeEuQueroVoltarSozinho

O longa é baseado no curta “Eu não quero voltar sozinho”, que conta a história de três adolescentes carismáticos – Leonardo, Giovana e Gabriel – na fase de dúvidas e descobertas em relação ao amor.

O vídeo foi lançado no YouTube há três anos, acumula quase 3 milhões de visualizações e conquistou fãs no mundo todo.

Pra quem ainda não assistiu, vou contar um pouco da história. Leonardo (Ghilherme Lobo) é um garoto cego que tem como única amiga Giovana (Tess Amorim). A amizade dos dois é muito forte: eles trocam segredos, vivem grudados e, todos os dias, depois da aula, Giovana acompanha Léo até a porta de sua casa. A relação entre eles fica balançada quando um novo aluno, Gabriel (Fabio Audi), se junta ao grupo. Com a chegada dele, Léo precisa aprender a lidar com o ciúme de Giovana e entender os sentimentos despertados pelo novo amigo.

Os 17 minutos de vídeo possuem uma sensibilidade incrível, conseguindo abordar a homossexualidade de maneira leve e tocante. Ele nos faz refletir muitas questões ligadas ao preconceito que ainda temos em relação aos deficientes e aos gays, mostrando que nada disso torna o outro inferior. Apesar disso, o curta (e o longa) não tem seu cerne na homossexualidade ou na aceitação, é um filme extremamente belo sobre o amor.

Léo, como qualquer garoto, tem sentimentos e sonha em se apaixonar e dar seu primeiro beijo. Mas, ao contrário do que todos esperam (uma linda menina que se apaixone por ele e blábláblá), a paixão é despertada dentro dele por seu novo amigo. São os pequenos gestos que nos levam a perceber e também se apaixonar por esse romance.

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O carisma também aparece no trailer lançado há poucos dias, que mostra como o filme pretende desenrolar essa história. O novo título “Hoje eu quero voltar sozinho” me fez questionar quais surpresas o filme trará, como se desenvolverá a história de Léo e Gabriel, se Giovana também vai encontrar um grande amor e quem são os novos personagens, ou seja, já estou ansiosíssima para a estreia.

Com direção de Daniel Ribeiro, o filme tem seu lançamento marcado para o dia 28 de março no Brasil, mas os três protagonistas estiveram em Berlim, na segunda-feira (10), para a estreia do longa no 64ª edição da Berlinale (Berlin International Film Festival). Apenas morri de orgulho!

Se você também ficou curioso, assista ao trailer e se apaixone pela história de amor mais fofa do ano!


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Horrorland

Eu sempre fui a menina da turma que chora com qualquer história de terror e que tem medo até da própria sombra. Nunca consegui assistir a algum filme desse gênero sem ter mil pesadelos na hora de dormir. Mas, bem contraditoriamente, sou apaixonada pela série de TV norte-americana American Horror Story.

Quem conhece a série sabe que seu enredo arrepia os cabelos, embrulha o estômago e deixa a gente meio paranoica. Mas a genialidade de Ryan Murphy e a incrível interpretação dos atores ganhou a disputa entre o meu medo e a minha vontade de assistir.

Se você é do tipo que curte histórias de tirar o sono, aproveite, pois a nova temporada dessa série de terror estreou com tudo na última quarta-feira.

(ATENÇÃO, O TEXTO PODE CONTER SPOILERS!)

O seriado começou a ser transmitido em 2011 pelo canal de TV fechado FX e atualmente está em sua terceira temporada. Mas não se preocupe se você não assistiu às temporadas anteriores, pois cada uma conta uma história independente, no estilo minissérie.

A primeira, intitulada American Horror Story: Murder House, se passa nos dias atuais e é centrada em uma casa amaldiçoada e assombrada pelos fantasmas de seus antigos moradores. O tema principal abordado nessa temporada é a infidelidade, mas ela ainda explora o amor, a família e, a meu ver, a loucura e os desejos proibidos que todo ser humano carrega dentro de si.

Comecei a ver a série no mesmo ano em que ela estreou. O teaser e a abertura me deixaram muito curiosa pra saber o desenrolar da história e que segredos aquela casa assustadora guardava. E eu também queria saber até que ponto minha sanidade aguentaria tanto terror psicológico e, bem, eu sobrevivi.

A segunda temporada segue a mesma linha da primeira, mas o tema escolhido foi mais pesado. American Horror Story: Asylum se passa por volta do ano de 1964  e conta as histórias dos pacientes que viviam em instituição para criminosos insanos, uma espécie de manicômio chamado Briarcliff Manor.

O lugar, comandado por freiras e padres,  escondia muitos segredos e terror. O tratamento que os pacientes recebiam era um misto de tortura e crueldade. A temporada ainda traz criaturas místicas e sobrenaturais, como o demônio, monstros e seres extraterrestres, além de abordar a homossexualidade.

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Já neste terceiro ano, a série foi intitulada de American Horror Story: Coven e pretende tratar do mundo imaginário das bruxas. Logo no primeiro episódio, exibido no dia 9 de outubro, se nota o sobrenatural desses seres fantasiosos sendo explorado pelo humor irônico de Ryan Murphy.

O tom grotesco e o apelo sensorial característicos da série são exibidos já nas primeiras cenas, ambientadas em New Orleans, em 1834. A personagem histórica Delphine LaLaurie (interpretada pela incrível Kathy Bates) utiliza um tratamento estético nada convencional: uma pomada feita de pâncreas humano, retirado a sangue frio de seus prisioneiros e preparado por suas próprias filhas.

Essa busca pela eterna juventude se segue nas outras personagens no decorrer do episódio, que passa a ser ambientado nos dias atuais.

Mais de 300 anos após o julgamento das bruxas de Salem, as que conseguiram escapar da fogueira estão correndo o risco de extinção. Os ataques contra as bruxas voltam a assombrar jovens garotas com poderes mágicos, que são mandadas para uma escola especial a fim de aprenderem novos meios de se proteger.

Além da caça às bruxas, a temporada  ainda possui elementos espirituais e temas relacionados a feitiçaria, incesto, escravidão e vodu.

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Não vou me alongar na conversa para não dar spoilers desagradáveis, mas a princípio essa temporada não despertou tanto o meu interesse quanto as anteriores, mesmo o primeiro episódio tendo alcançados níveis altíssimos de audiência.

Achei o tema meio fraquinho em comparação aos outros, mas ainda espero me surpreender com os novos episódios, pois a série  conta com a ótimas ótimas atrizes, como Kathy Bates, Jessica Lange e Lily Rabe. Sem deixar de mencionar Evan Peters e Taissa Farmiga, que ganharam meu coração na primeira temporada e Emma Roberts que teve sua estreia na série e é uma das minhas queridinhas.

Para finalizar, deixo aqui o trailer do primeiro episódio para aguçar seus sentidos e aumentar a curiosidade.


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Corujices

As tendências da moda estão sempre mudando. Estampas criativas e divertidas surgem e ressurgem a todo o momento, mas ultimamente um bichinho curioso e encantador vem invadindo as roupas e o coração de muita gente e parece que veio pra ficar: a coruja!

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Nem mesmo a superstição de que ela pousa nos quintais das casas pra anunciar morte de alguém conseguiu segurar a febre do “corujismo”. A bichinha ainda pode simbolizar sabedoria ou relação com o mundo espiritual e também está associada à magia (saudades Edwiges).

E quem resiste à “fofura” desses olhões curiosos?

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Várias marcas estão apostando na estampa de coruja. O animal enfeitou a coleção de inverno 2013 da Burberry, foi o símbolo escolhido para o Fashion’s Night Out da Vogue e também é a logotipo da linha de acessórios do estilista Jason Wu.

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Mas a influência da ave não se limita às roupas e acessórios. Ela também aparece na decoração de interiores, tatuagens e até na gastronomia, como adorno de bolos e cupcakes. Sua excentricidade conquistou todos os estilos e gostos.

 Eu já estou completamente apaixonada pelas corujinhas, e você? Ainda não? Duvido que não se renda a  essa galeria repleta de “corujices”!

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Saudosismo e novidades

Não é muito bom relembrar artistas queridos e se surpreender com boas novidades em suas vidas? Pois bem, esses dias descobri que a lindíssima Cassadee Pope seguiu carreira solo depois que sua banda Hey Monday entrou em hiato.

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(foto: site oficial)

A Hey Monday foi uma banda de pop punk que fez sucesso em meados de 2008/2009 e que tinha Cassadee como vocalista, Mike Gentile na guitarra, Alex Lipshaw na guitarra base,  Jersey Moriarty no baixo e Elliot James na bateria. Entre suas música mais conhecidas estão 6 months (minha paixãozinha) e Candles (que ganhou uma versão no seriado Glee).

Em outubro de 2009, Elliot decidiu deixar a banda e foi substituído por Patrcik McKenzie durante a Glamour Kills Tour . A Hey Monday continuou com Patrick na bateria até o fim de 2011, quando Pope e o guitarrista Mike Gentile anunciaram que a banda entraria em hiato.

Desde então eu não tive mais notícia de nenhum dos integrantes do grupo, mas recentemente um amigo me mandou um vídeo deles e me instigou a pesquisar mais sobre a vida de Cassadee, que sempre me encantou com sua voz.

Logo depois que a banda entrou em hiato, ela fez uma turnê acústica solo em várias cidades dos Estados Unidos. E, em setembro de 2012, a cantora fez audições para o programa The Voice U.S.

Sua participação no reality show foi impressionante. Logo em sua apresentação de estreia, Pope já ganhou a aplausos dos jurados com a música Torn (famosa da voz de Natalie Imbruglia). Ela escolheu Blake Shelton como tutor e durante o programa ainda fez um dueto com Avril Lavigne na canção I’m With You.

Pope saiu vencedora do The Voice U.S. em dezembro de 2012 com a música Cry. de Faith Hill, nem preciso comentar o quão fucking awesome é a voz dela, né?

Agora a cantora segue em carreira solo e está cheia de novidades. Seu primeiro single, Wasting All These Tears, foi lançado em julho deste ano e em seu site oficial já estão disponíveis esta e outras canções da artista.  No dia 28 de agosto, a cantora disponibilizou o clipe de sua mais nova música, 11. O vídeo e a canção retratam a vida da artista durante a separação de seus pais, com a melodia do country americano.
A faixa fará parte de seu álbum de estreia, “Frame By Frame”,  que tem lançamento previsto para o dia 8 de outubro.

Não podia deixar de terminar o post com 6 months da Hey Monday pra matar um pouco a saudade. Espero que ela continue fazendo sucesso e tocando as pessoas com suas músicas, assim como me tocou.


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Fazendo arte

Oi, gente! Fiquei um tempo sem postar, mas estou de volta!

Hoje, em vez de postar sobre música, como sempre faço, resolvi me arriscar num post sobre moda e dar dicas de customização.

Pois bem, minha avó é costureira e desde criança eu gosto de inventar moda com os retalhos de tecido dela. Fiz desde bolsas e roupas para as minhas bonecas, até almofadas e camisetas para a família.

Eu cresci e ainda me arrisco na costura e customização no meu tempo livre. Adoro brincar com patchwork, mas minha dificuldade sempre foi lidar com as agulhas e/ou com a máquina de costura. Entretanto, recentemente descobri a solução dos problemas: canetas para tecido e tintas em alto relevo. Elas são super fáceis de usar e ainda deixam um efeito incrível.

Experimentei primeiro a tinta em alto relevo. Ela parece uma cola colorida (daquelas que a gente usa quando é criança) e precisa de um pouco de coordenação para ser manipulada, mas com um pouco de jeito tudo se acerta. No caso, eu queria fazer uma fantasia do personagem Charlie Brown, dos Peanuts, pra usar numa festa. Ele usa uma camiseta amarela com uma estampa em ziguezague, então meu único trabalho foi achar uma camiseta amarela lisa e me divertir com a tinta. O resultado foi esse:

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Amei o efeito, mas, como eu disse, achei um pouco complicado trabalhar com a tinta. Foi aí que descobri a caneta para tecido. O efeito não é o mesmo, mas é muito mais simples trabalhar com ela. Testei fazendo essas camisetas para o dia dos pais e me apaixonei. O resultado de homemade custom fica demais.

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O melhor de tudo é que você encontra tanto a caneta como a tinta em diversas cores, então dá pra soltar a imaginação criando suas próprias peças. Uma dica é dar um novo “visu” para aquela sua blusinha preferida que já tá velha. É só abusar da criatividade, inventando uma nova estampa ou deixando ela a sua cara com o seu quote preferido de algum livro ou música. Também dá pra dar uma cara nova para aquele seu tênis branco ou criar almofadas divertidas.

Se você não tiver muita prática, pegue algum molde da internet mesmo e, quando tiver mais habilidade, dá pra se arriscar em fazer alguns detalhes com a tesoura e com outros materiais.

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Paguei 4 reais na tinta e R$4,50 na caneta e, depois de pronto, a tinta demora em torno de 24 horas pra secar e a peça pode ser lavada em 72 horas. É uma forma fácil, rápida e prática de criar seu próprio estilo. Mal posso esperar para brincar de fazer arte em outras peças.

Espero que vocês também se divirtam e aproveitem a dica!