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Hmm, que fome!

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Oie, gente, como vocês estão?

Hoje é um dia muito feliz. Hoje é dia de falar de personagem ídolo, de personagem que a gente ama mesmo não devendo, de personagem elegante, inteligente, manipulador, assassino e canibal. Isso mesmo, dia do sensacional Dr. Hannibal Lecter.

H1

No dia 4 de abril deste ano estreou pelo canal americano NBC a série “Hanninal”, que foi desenvolvida por Bryan Fuller e é baseada no livro Dragão Vermelho de Thomas Harris. O foco do enredo se dá na relação do investigador especial do FBI Will Graham (Hugh Dancy), alguém que pensa, analisa e vê as cenas de crime de uma forma diferente (e devido a isso consegue resolver casos que parecem impossíveis), com seu misterioso e brilhante psiquiatra Dr. Hannibal Lecter (Mads Mikkelsen), que lhe foi indicado por uma amiga próxima, Alana Bloom. Tudo isso acontece sob o olhar do Agente Especial encarregado dos casos John Crawford (Laurence Fishburne). “Hannibal” segue a estrutura de séries policiais de um caso por episódio, mas consegue ofuscar a curiosidade do público em saber a solução de cada acontecimento com a dominação perspicaz e um tanto quanto sutil de Hannibal em relação a Will.

Promo para morrer de vontade de assistir:

Vocês não devem saber mais eu sou muitooooo fã do Dr. Lecter, e vocês não podem imaginar o quanto eu pirei quando essa série foi lançada. O único problema é que rolou uma decepção, já que para mim ela não atingiu o nível dos filmes. A série traz toda a atmosfera Hannibal de ser, mas ela cansa e causa um desinteresse. Acho que muitos fãs como eu esperávamos bem mais Hannibal Lecter e menos Will. É muito legal ver como a cabeça do Graham funciona e como ele sofre por ser assim tão brilhante, mas não é isso que a gente quer ver. A gente quer que o foco seja o serial killer canibal mais sensacional da história, a gente quer saber como Lecter consegue ser tão foda, isso sim.

Mas a série não é de todo mal, muito menos perda de tempo. Vale muito a pena assistir, principalmente quem gosta de coisa bem feita, bem desenvolvida, de trabalho audiovisual bem encaixadinho e produzido. Vamos lá: primeiramente a série tem uma fotografia PER-FEI-TA, simplesmente sensacional! Paguei um pau mesmo. Ela da à série a atmosfera perfeita para que a história se desenvolva e para que a gente fique de boca aberta com os acontecimentos. A direção de arte é impecável e surpreendente – cada caso foi tratado com muito cuidado e pensado nos mínimos detalhes. Cada cena de crime é de tirar o fôlego, cada localização, cada cenário… tudo muito perfeito.

Aliás, fica a dica: não assista a essa série comendo. Você não vai dar conta, sério. Eu tenho costume de almoçar e jantar vendo séries, mas essa não tem jeito. Falando em comida, algo muito engraçado acontece, pelo menos comigo: mesmo sabendo que os pratos preparados por Hannibal levam carne humana, fico aqui morrendo de vontade de provar. Tudo porque eles são muito bonitos e muito bem montados. É, essa direção de arte realmente arrasa. E os efeitos especiais também não ficam para trás. Normalmente, efeitos de séries não são tão bom quanto os de filmes, mas em “Hannibal” eles têm um cuidado bem especial.

Para falar a verdade, eu acho que o ponto alto da série é a psiquiatra de Hannibal. Tudo bem, já era previsível que, para ter essa função, só sendo mais foda ainda que ele. Ainda assim, era algo que podia facilmente nos decepcionar e, graças a Deus, isso não acontece. Eu até fico aqui pensando “pena que ela aparece pouco”. Sagacidade, mistério, fineza, elegância e sensualidade no ponto certo.

Fotos e mais fotos:

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Sobre o maravilhoso Mads Mikkelsen, digamos que ele não conseguiu fazer um Hannibal como Anthony Hopkins fez nos filmes, mas também não decepciona. Ele é extremamente misterioso e elegante. Cada movimento passa uma fineza muito difícil de ser alcançada, uma forma de se mover que só de olhar você pensa “esse cara é foda”. A calma com que cada palavra é pensada e falada traduz toda genialidade de Hannibal. Na minha opinião, faltou apenas uma sagacidade, uma simpatia conquistadora como a de Hopkins. Ele tinha um sorriso, uma forma de falar que te intrigava, te seduzia, te fazia querer fazer parte de toda aquela insanidade brilhante de serial killer. Mas, levando em conta que o Lecter de Mads é mais jovem, talvez essa falta encaixe bem para a época.

“Tá, Mariana Buglia, chega, não precisa escrever uma bíblia sobre a série!”, você deve estar pensando. Ai, gente, desculpa, mas é muito amor por Hannibal e muita coisa para falar. Mas tudo bem, eu paro por aqui, e quem sabe eu volto no fim da segunda temporada para dar mais uns pitacos, hein? xD

Beijos e queijos, seus lindos!

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