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Hell on Wheels.

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Como é meu primeiro post, acho justo uma rápida apresentação né? Meu nome é Mariana Buglia, but pliss, call me  MaBu. Tenho 23 anos, sou de uma cidade pequena e causadora de SP, Mogi-Mirim, estudante de Radialismo na UNESP/BAURU e a maioria dos meus post serão sobre cinema e TV. Depois das devidas apresentações vamos lá!

Muita violência, muito álcool e muita barba para Mr. Bohannon na volta de Hell on Wheels para segunda temporada.

Para alegria geral, ou melhor, para alegria daqueles fãs de séries/filmes de western, começou no dia 12 de agosto a segunda temporada de Hell on Wheels. Para quem não conhece, é uma série western americana que é exibida nos Estados Unidos e Canadá, pelo canal pago AMC. Os criadores e produtores são Joe e Tony Gayton. O enredo se passa em 1865 e se trata da construção da primeira ferrovia transcontinental dos EUA, chamada pelos envolvidos de Hell on Wheels. Mas, o foco mesmo é dirigido para Mr. Cullen Bohannon (Anson Mount), um fazendeiro, veterano de guerra, confederado, em busca de vingar o brutal assassinato de sua mulher e seu filho. Bohannon se envolve com a construção da ferrovia, mas não se esquece de sua vingança por nenhum momento e, como todo bom anti-herói, vive afogando suas mágoas no álcool e causando brigas aqui e ali. Ele encontra o que podemos chamar de parceiro, Elam Ferguson (Common), um escravo recém liberto que não aceita a opressão que os negros sofrem e vai se aliar a Bohannon. Os dois têm que se reportar a Durant (Comlm Meaney), investidor da ferrovia. A série conta também com personagens femininas muito fortes: Lilly Bell (Dominique McElligott), personagem preferida da colunista aqui, que vai acabar se envolvendo romanticamente com Bohannon, e Eva (Robin McLeavy), uma prostitua de sangue quente e muita atitude. E, lógico, também, como toda boa produção western, tem um índio, um padre, um bar, muitos homens, com muito álcool e muitas armas, aquela coisa suja, sabe?

Um pedacinho da primeira temporada: sim, teve um episódio nomeado Timshel, e, sim, tocou a música inteira de Mumford & Sons. Acho que esse pedacinho é perfeito para a pessoa decidir se nunca assistirá a série ou se sabe que vai amar e começará a ver nesse exato momento.

Tendo mais ou menos uma ideia sobre a série, falemos do primeiro episódio da segunda temporada (cuidado! Haverá SPOILERS!). Um começo sem muitas emoções nem muita evolução, mas com uma homenagem bacana às produções desse estilo. O episódio traz um tema clássico: assaltos a trens. Ocorre um desenvolvimento de enredo bacana em relação à “pequena comunidade hell on wheels”: mostra o oportunismo surgindo nas almas que eram puras, na primeira temporada, e a violência desenfreada que surgiu devido ao afastamento daquele que colocava ordem na comunidade. Para os fãs de Bohanna e Lilly: depois daquele final causador, nada de muito emocionante; o que não se pode dizer em relação aos outros dois casais da série. A trilha sonora continua sensacional! Continua contando com cenas bem violentas e muito bem produzidas. Rolou também um final bem poético, com um gancho que nos indica qual vai ser a trama da segunda temporada: aquela clássica “índios x homem branco”, que já ocorreu na primeira, mas vai vir com tudo agora. E vamooo que vamoooo, que nós, fãs, queremos muito tudo isso.

                                                                                                            (Hell on Wheels, 02×01)

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